
«Temos que batalhar contra os filmes e séries sem importância, as mensagens deformadas da publicidade comercial, os reality show, a influência dos famosos com seu conteúdo de «tolices» (...). A fama não está associada à virtude nem ao heroísmo nem à sabedoria», destacou na quarta jornada do evento Pedagogia 2017, o ministro de Cultura, Abel Prieto Jiménz, no painel especial A História através do audiovisual da Rede em Defesa da Humanidade.
O ministro se referiu, principalmente, à influência das mídias nos Estados Unidos, a tergiversação da realidade e como se procura afastar à juventude do que acontece no seu entorno. A ideia é que os jovens vejam o genocídio, a imigração, como algo que lhe acontece a outros, e que não pensem em transformar o que acontece ao seu redor.
Igualmente, assinalou a necessidade de que os professores de Cuba e da América Latina tenham entre seus paradigmas aos grandes libertadores do continente, como as figuras José Martí e Sucre, leiam mais e utilizem a tecnologia para enriquecer seus conhecimentos.
Além disso, o presidente do Instituto de História de Cuba, René Barrios, no seu discurso relembrou as diversas ocasiões nas quais a Ilha tem sido atacada moralmente pelas mídias. Acerca da história, alertou sobre a manipulação da qual é objeto em ocasiões e assinalou que «ela é hoje o mais seguro fundamento ideológico de nosso projeto nacional. É erguida como arma e instrumento de professores, políticos e cidadãos para a consolidação da identidade», concluiu.





