ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Assel e Landy (conversando com o paciente) em seu trabalho no Quênia. Foto: Extraída do Twitter

«Perante o sequestro dos médicos cubanos Assel Herrera e Landy Rodriguez no Quênia, mantenho comunicação sistemática com a ministra da Saúde daquele país, que confirma que continuam todos os esforços de seu governo para o retorno seguro de nossos médicos», confirmou em sua conta na rede social Twitter o ministro da Saúde Pública de Cuba, José Ángel Portal Miranda, que junto com um grupo de trabalho do governo acompanha o trabalho de resgate.
Soube-se também que o restante da brigada médica cubana naquele país tem boa segurança e medidas de segurança extremas, especialmente nas regiões fronteiriças com a Somália, num esforço coordenado que inclui a transferência para diferentes casas, a evacuação para outras regiões, um maior número de guarda-costas para escoltar a missão e mantém-se um canal direto de comunicação com os membros da família na nação caribenha. A colaboração também é realizada em nível de governos e com a polícia nacional queniana, com quem são trocadas ações para a investigação do caso.
«Temos uma comunicação direta com o chefe da Missão Médica Cubana no Quênia, que informa que nossos colaboradores de saúde remanescentes naquele país estão seguros. Mantemos os membros da família informados em Cuba», asseverou o ministro cubano José Ángel Portal Miranda.
Os próprios pacientes de Assel Herrera e Landy Rodríguez, ao ouvirem a notícia, expressaram seu pesar e suas orações em um gesto de gratidão para com os dois médicos que chegaram a regiões de condições materiais muito precárias.
Mensagens de apoio, solidariedade e esperança chegaram de todos os cantos do mundo onde os cubanos realizam missões colaborativas. (Redação Internacional)

Em números

Mais de 400 mil colaboradores da saúde

desde maio de 1963, ofereceram seus serviços em 164 países.

Mais de 36 mil colaboradores

em 2018, trabalharam em 66 países.