O imperialismo e o fascismo não podem ter o menor espaço
Mensagem ao mundo do capítulo cubano da Rede em Defesa da Humanidade
Foto: Ilustrativa.
O presidente Donald Trump fez uma nova ameaça contra Cuba. Isso não é o delírio de um «louco». Nas últimas semanas, acumularam-se evidências suficientes demonstrando que, para encobrir a crise interna de seu país, o escândalo Epstein, os assassinatos cometidos pelo ICE, a ascensão irreversível de um mundo multipolar e a perda de credibilidade dos Estados Unidos no cenário internacional, o imperador norte-americano está disposto a agir como Adolf Hitler.
Cuba tem o direito de tomar suas próprias decisões soberanas. E já vimos que a atual administração dos EUA, a dupla Trump-Rubio, se importa pouco com o direito internacional.
Há muitos anos aprendemos que o imperialismo age como um cão predador: ao menor sinal de fraqueza, não hesita em atacar com fúria brutal. Sabemos também que, de sua perspectiva arrogante, os povos do Terceiro Mundo, os pobres do planeta, são descartáveis.
Considerando o atual curso genocida e agressivo do governo Trump, convocamos intelectuais, artistas e movimentos sociais a unirem forças e se posicionarem em defesa da soberania de Cuba.
Fazemos parte deste povo heróico e, daqui, desta Ilha atacada e perseguida há mais de seis décadas por ter escolhido o seu próprio caminho, a única garantia que podemos oferecer é a nossa vontade de sermos soldados da resistência contra a agressão. E a vitória será nossa, de todos nós.
O apoio à luta contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos, com desbordadas manifestações de solidariedade em cidades de todas as latitudes; o rechaço mundial à incluso na lista de países patrocinadores do terrorismo, e a profunda e coerente presidência do Grupo dos 77 mais a China, elevaram ainda mais o prestígio de Cuba em suas relações com o mundo