Sessenta e nove anos após os eventos de 13 de março de 1957, que abalaram Havana e toda a nação, a imagem dos protagonistas do ataque ao Palácio Presidencial e da Operação Rádio Relógio permanece viva na memória de todo o povo, como um exemplo de heroísmo sem limites, coragem inabalável e dedicação absoluta ao cumprimento do seu dever
«Se cairmos, que nosso sangue indique o caminho para a liberdade», disse o inesquecível José Antonio Echeverría em seu Testamento Político.Photo: Arquivo do Granma
Sessenta e nove anos após os eventos de 13 de março de 1957, que abalaram Havana e toda a nação, a imagem dos protagonistas do ataque ao Palácio Presidencial e da Operação Rádio Relógio permanece viva na memória de todo o povo, como um exemplo de heroísmo sem limites, coragem inabalável e dedicação absoluta ao cumprimento do seu dever.
«Se cairmos, que nosso sangue indique o caminho para a liberdade. Pois, independentemente de nossas ações terem ou não o sucesso desejado, a convulsão que causarão nos impulsionará rumo à vitória. Mas será a ação do povo que será decisiva para alcançá-la».
Nessas palavras, registradas no Testamento Político do inesquecível José Antonio Echeverría, foram expressos o espírito revolucionário, o altruísmo e a grandeza dos ideais dos atacantes do Palácio Presidencial, cujo exemplo imortal está inscrito em letras de ouro, forjadas com balas e sangue, na tradição de rebeldia, intransigência e dignidade herdada por nossos estudantes, e que constitui um incentivo e um estandarte para a gigantesca tarefa que ainda temos pela frente, como disse Fidel, a de preservar a Revolução, a de construir o socialismo.
Os combatentes de 13 de março entraram em assalto e em ação com o compromisso assumido na Carta do México entre o Diretório Revolucionário e o Movimento 26 de Julho – que já desenvolvia sua energia vital na serra Maestra – com o compromisso assumido com suas convicções revolucionárias e com o compromisso assumido com o povo.
Esses compromissos representavam a militância anti-imperialista, uma continuação das mais puras tradições de luta entre os estudantes cubanos e uma identificação com as massas populares e suas aspirações. Representavam o confronto com os opressores do povo e o desafio à frieza da tirania, transformando ideias em forjas, vontade em mármore e princípios revolucionários em aço. Representavam desafiar a morte e estar preparado para realizar o supremo ato de patriotismo: dar a vida pela pátria.
Os combatentes de 13 de março — e é preciso dizer isso em alto e bom som, no tom que imprimiram à vida mesmo na morte — cumpriram seus compromissos. O legado dos mártires permanece vivo entre nossos estudantes, em nossos campus universitários.
Nesta data, poderíamos repetir o que Fidel expressou na comemoração realizada nos degraus da Universidade de Havana, em 13 de março de 1961: «Há muitas datas que poderíamos comemorar, mas algumas são como símbolos; e esta data de 13 de março é uma dessas datas simbólicas, que a pátria deve sempre lembrar».
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