ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

NA tarde de hoje, 10 de fevereiro, será oficialmente inaugurada a 25ª Feira Internacional do Livro Cuba 2016 na fortaleza de San Carlos de la Cabaña, sede principal do mais populoso dos eventos culturais que têm lugar na Ilha. Até 21 de fevereiro a Feira estará aberta na capital, para chegar depois até as diferentes paragens do território nacional e concluir em abril. A Feira abre suas portas para todo aquele que se aproxime aos seus prédios, com mais de 900 novidades editoriais concretizadas em 3,68 milhões de exemplares de textos e a presença de 37 países de todos os continentes.

Dedicada aos autores cubanos Lina de Feria e Rogelio Martínez Furé e à República Oriental do Uruguai como País Convidado de Honra — que já pôs ao seu pavilhão o nome do insigne intelectual uruguaio Eduardo Galeano — a Feira prevê um sem-número de eventos onde haverá espaço para temáticas literárias, econômicas, políticas, do meio ambiente, pedagógicas, históricas, entre muitas outras, e lembrará em seu centenário o destacado novelista José Soler Puig, bem como debaterá durante três dias na Casa das Américas em torno ao 130º aniversário da Abolição da Escravatura em Cuba.

Um fórum literário terá lugar na sala Villena da Uneac nos dias 16, 17 e 18 de fevereiro sempre desde as 10h até depois do meio-dia. Terça-feira, 16, a doutora Graziella Pogolotti proferirá as palavras de abertura, a propósito do autor de Bertillón 166 seguido de um painel que abordará a vida e a obra do autor. Na quarta, 17, prevê-se uma dissertação acerca do romance testemunho, de Miguel Barnet, Biografía de un cimarrón, em seus 50 anos, e na quinta-feira, 18 o fórum abordará a figura do poeta Rubén Darío, nas palavras de Roberto Fernández Retamar.

A Feira será inaugurada a partir desta tarde, com visitas do público a partir da sexta-feira, 12 de fevereiro, também nas habituais sedes alternas da capital até onde se estende cada ano a festa dos livros.