ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Danny Rivera. Foto: Ricardo Alonso Venereo

ARTEMISA.— Cantar foi minha vida desde que nasci e é uma honra vir aqui para fazê-lo. De pequeno aprendi a conhecer Cuba e sua música: sempre teve curiosidade pelas interpretações desses artistas que se escutavam em meu país, assegurou o cantor e compositor porto-riquenho Danny Rivera, durante um encontro com a imprensa na Casa da Música de Artemisa.

Neste espaço – o qual foi inaugurado nos inícios do presente ano –, protagonizou um concerto na noite de 11 de agosto, acompanhado pelo grupo musical de Artemisa Alabao e junto à jovem Chila Lynn interpretou Para decir adiós.

Por estes dias, o artista se encontra gravando dois discos em nosso país. Aire libre, contará com a participação das crianças do projeto de música infantil Tremendochi. Segundo o cantor e compositor, conheceu-os na comunidade de Las Terrazas e, seguindo a filosofia de dar novas oportunidades aos talentos, convidou-os a fazer parte desta nova proposta.

Entretanto, Diez lindas cubanas, estará dedicado a canções da Ilha concebidas há algumas décadas. Sobre isso comentou que todas as peças têm nomes de mulher e retomá-los é uma maneira de que se escutem de novo, recriando-os a sua maneira. «Quando me encontro com esta música novamente, vejo que o tempo não passou e me sinto esse menino que cresceu escutando-a».

O cantor porto-riquenho guarda um andar de mais de 50 anos pela arte e veio pela primeira vez a Cuba na década de 1970. Naquele momento foi recebido por umas crianças com a peça Tu pueblo es mi pueblo e manifesta que «daí para frente, o apaixonamento foi único».

Como parte de sua estada na província visitou o Mausoléu aos Mártires de Artemisa, onde conheceu acerca da história deste solene local, suas características e prestou tributo aos jovens do território que participaram da gesta do Moncada.

Danny Rivera.