
O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, marcou presença na sessão de encerramento do 10º Congresso da União Nacional dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac), na qual foi eleita a nova diretoria dessa organização, a qual será liderada por Marta Bonet como presidenta; Magda Resik, como primeira vice-presidenta; os vice-presidentes são Yuris Nórido, Eduardo Sosa e Lesbia Vent Dumois; e os secretários Alberto Marrero e Kike Quiñones.
Em seu discurso, o presidente reconheceu o trabalho desdobrado pela Uneac durante estes cinco anos, em meio da pandemia da Covid-19, nos quais a cultura não se deteve e levou espiritualidade e ânimo a múltiplos cenários. «Acho que tornaram muito seu o que eu lhes pedi (…): não deixaram morrer o Congresso, e deram seu contributo pelo bem da nação», afirmou.
Referiu-se à guerra de duas dimensões que enfrenta o país: a econômica, «desenhada para elevar as carências a níveis extremos e quebrar a vontade de todo o povo; e a guerra cultural, que tem um componente simbólico, psicológico e de intoxicação midiática, armada pelos operadores da contrarrevolução, para quebrar a unidade de nosso povo».
«Perante ameaças semelhantes, a cultura tem um papel determinante que adquire dimensões cruciais», destacou. «A cultura é substância fundamental da unidade, e o elemento estratégico de sobrevivência de uma Ilha assediada por um império, empenhado em possuir-nos. Se ainda não conseguiu nos engolir, tem sido, entre outros fronts de resistência, pela nossa cultura, tão autêntica, que não pode ser substituída nem possuída, ainda que teimam em pretender isso», referiu.
(Brevemente mais informações e o texto do discurso de encerramento do presidente cubano).




