ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Photo: Dunia Álvarez Palacios
Santiago de Cuba.— O evento cultural de maior amplitude e escopo na Ilha, a Feira Internacional do Livro, encerrou a sua 34ª edição, como é costumeiro nesta cidade, após reconhecer «todos aqueles que a tornaram possível (...) à República da África do Sul e os mais de 400 representantes estrangeiros, um número recorde que é uma prova da segurança e da confiança que Cuba inspira (...) e o respeito à diversidade, após a realização de mais de 6.300 ações artístico-literárias.
 Assim foi destacado pelo presidente do Instituto Cubano do Livro (ICL), Juan Rodríguez Cabrera, no salão dos Vitrais, da Praça da Revolução Antonio Maceo Grajales. Da mesma forma, veio a público que foram lançadas mais de 1.300 novidades editoriais e foram vendidos mais de 2,4 milhões (2.400.500) de livros físicos – dos que 510 mil deles foram vendidos a preços subsidiados pelo Estado – mais de três mil em formato digital, e a assistência estimada foi de 900 mil pessoas.
 Rodríguez Cabrera também louvou que, em seus 25 anos «o sistema de editoras territoriais pôs à disposição do público leitor por volta de cinco milhões de exemplares».
 Na ocasião, a Chave da Cidade de Santiago de Cuba foi entregue à destacada intelectual Francisca López Civeira; e o reconhecimento de Visitante Distinto a Virgilio López Lemus – aos quais tinha sido dedicada esta 33ª edição da Feira do Livro – concedidos pela Assembleia Municipal do Poder Popular (governo); bem como o reconhecimento Com o Esforço de Todos Venceremos, do Governo Provincial, à editora Ediciones Santiago.
 Na presença da primeira-secretária do Partido Comunista na província, Beatriz Johnson Urrutia; o ministro da Cultura, Alpidio Alonso Grau; outros líderes políticos, governamentais e do setor da Cultura, artista e escritores, foi anunciado que a 34ª edição da Feira será dedicada ao centenário do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz, «o qual nos legou sua obra imperecedoura e seu exemplo».