MANÁGUA.— “A garantia da continuidade da Revolução está na unidade do povo”, expressou o primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, durante o ato central pelo 37º aniversário da vitória do povo nicaraguense sobre a ditadura somozista.
No discurso proferido na Praça da Fé, em Manágua, Díaz-Canel disse que essa nação é um exemplo da unidade latino-americana e caribenha e leu uma mensagem enviada pelo presidente cubano Raúl Castro ao comandante Daniel Ortega.
Por seu lado, o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, afirmou que a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) nasceu do povo e a Revolução continua vivente porque produziu mudanças radicais na nação desde 19 de julho de 1979.
O presidente centro-americano asseverou que uma das primeiras medidas do governo foi dar cabo do analfabetismo no país, que afetava cerca de 65% da população.
“Um povo sem conhecimento, sem cultura, pode ser dominado facilmente”, explicou Daniel.
Em 19 de julho foi comemorada a gesta que em 1979 pôs fim a mais de 40 anos de ditadura e abriu uma etapa de mudanças profundas no país.





