ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

NAÇÕES UNIDAS.— O apelo de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos, teve repercussão na Assembleia Geral da ONU, cuja sessão de alto nível começou, em 19 de setembro de 2017.

O presidente da Bolívia, segundo PL, qualificou o cerco vigente, que ultrapassa os 55 anos, como uma política injusta e fracassada. Acrescentou durante seu discurso perante o plenário que os Estado Unidos não só deve pôr fim ao bloqueio, mas sim ressarcir as afetações causadas ao povo cubano e devolver o território que ocupa ilegalmente sua base naval em Guantánamo.

O presidente da Costa Rica, Luis Guillermo Solís, denunciou também os elevados custos humanos, econômicos e sociais para a população da Ilha como resultado das sanções de Washington.

Segundo Solís, as agressões econômicas unilaterais carecem de eficácia e constituem métodos de punição que afetam gravemente os direitos dos povos ao bem-estar e desenvolvimento.

Na segunda jornada do 72º período de sessões da Assembleia Geral, realizada no dia 20 de setembro, o presidente da Guiana, David Granger, exigiu o cesse imediato dessa política hostil que frustra o direito de Cuba ao desenvolvimento.

Por seu lado, o presidente do Panamá, Juan Carlos Varela, lembrou que na Cúpula das Américas em 2015, efetuada em seu país, propiciou-se uma aproximação histórica entre os presidentes de Cuba e os Estados Unidos. Nesse sentido, advogou por manter a disposição de diálogo, paz social e unidade com vista à próxima Cúpula das Américas em Lima, Peru.