ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

NAÇõES UNIDAS.– Cuba expôs, em 2 de outubro, na ONU algumas de suas conquistas sociais em termos de educação, saúde e inclusão e lembrou que foram conseguidos apesar da aplicação durante mais de meio século do bloqueio estadunidense.

«Esta política criminal causa danos e privações ao povo cubano, é o principal obstáculo para o desenvolvimento do nosso país, afeta outras nações por seu alcance extraterritorial e continua prejudicando os interesses dos cidadãos e das companhias estadunidenses», afirmou a embaixadora Anayansi Rodríguez.

Ao discursar no debate da Terceira Comissão da Assembleia Geral, a representante permanente da Ilha denunciou o empenho da atual administração na Casa Branca de acirrar um cerco econômico, comercial e financeiro rechaçado pela comunidade internacional.

De acordo com Rodríguez, a pesar das sanções de Washington, Cuba avança na implementação da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, com a força moral de ter cumprido os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Nesse sentido, destacou que a Ilha maior das Antilhas atingiu uma taxa de mortalidade infantil de 4,1 em cada mil nascidos vivos, ao terminar o primeiro semestre de 2017, uma das mais baixas do planeta, e tem uma esperança de vida ao nascer de 78 anos.

«Ainda, foi o primeiro país em atestar a eliminação da transmissão materno-infantil do HIV/Aids e a sífilis congênita», sublinhou.

A embaixadora cubana lembrou, aliás, que na Ilha é aplicado um programa de vacinação universal gratuito contra 13 doenças, não há pessoas analfabetas e o Estado dedica mais de 755 do orçamento a elevar os níveis de educação, saúde, previdência social, cultura, esportes e pesquisa científica.

Rodríguez também se referiu à satisfação de Cuba de ter cooperado com outras nações em vários setores. (PL)