ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
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«A condecoração Baía dos Porcos, recebida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de parte da máfia cubano-norte-americana do sul da Flórida, representa um prêmio ao fracasso», destacou o chanceler cubano Bruno Rodríguez Parrilla, em sua conta no Twitter.

«Qualquer condecoração nos EUA sobre a Baía dos Porcos é um prêmio à derrota. Quem tenha honrado assim o presidente, o está qualificando de fracassado. A maquinaria política anticubana do sul da Flórida é corrupta e desonesta, e aconselha mal o presidente com um rumo isolado e repudiado», afirmou Rodríguez Parrilla.

A contrarrevolução assente na Flórida premia o presidente com a marca da derrota da Brigada 2506, integrada por 1.500 mercenários pagos pela Casa Branca, os quais desembarcaram em abril de 1961, em Ciénaga de Zapata, com o objetivo de destruir o governo revolucionário.

Com esse reconhecimento ao presidente Trump reafirmam o desconhecimento da história que relata as 66 horas vividas por parte de um povo organizado nas milícias populares, capaz de desferir a primeira derrota ao imperialismo em sua própria área geográfica.

A Agência Central de Inteligência fraguou a ação bélica, com o plano de ocupar um pedaço do território cubano para estabelecer um governo provisório, e este governo devia solicitar o reconhecimento e a intervenção dos Estados Unidos e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

No prelúdio dessa invasão militar, foram bombardeados dois aeroportos em Cuba, e no enterro dos mortos, justamente em 16 de abril de 1961, os milicianos cubanos ocuparam as trincheiras conhecendo o caráter socialista da Revolução pelo qual combateram até a vitória.