
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou em 7 de junho que viajaria hoje 88 de junho) a Havana para assinar um documento que dará início, sem retrocessos, a uma era de paz para seu país.
Com essas palavras, o chefe de Estado descreveu o objetivo de sua visita à Ilha maior das Antilhas: o encerramento da terceira rodada de negociações entre o governo e o Exército de Libertação Nacional (ELN), que começou em 2 de maio.
O anúncio, feito na Plaza de Bolívar, diante de milhares de cidadãos, citou a agência de notícias Prensa Latina, de que um evento «importante para a história da Colômbia» será realizado em Cuba.
«Vai ser difícil, todos nós sabemos, mais difícil do que fazer a guerra é fazer a paz», acrescentou Petro, que também pediu que a mobilização popular acompanhe o processo e dê as boas-vindas àqueles que cessarem a violência, conforme a PL.
Petro também tornou público seu desejo de construir o caminho que a Colômbia merece, junto com o povo mobilizado, sem covardia.
Espera-se que o cessar-fogo, a participação da sociedade no processo de construção da paz e as ações e dinâmicas humanitárias estejam entre os temas sobre os quais se chegará a acordos transcendentais como resultado das conversações.





