
«Nossa geração sempre celebrará a oportunidade que tivemos de viver a época de dois gigantes da Revolução e da integração latino-americana: Fidel Castro e Hugo Chávez», foi a primeira postagem no X do primeiro-secretário do Partido Comunista e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, em 5 de março, no 11º aniversário da partida física do Comandante Hugo Chávez Frías, líder da Revolução Bolivariana da Venezuela.
Chávez, conforme expressou aos quatro ventos, sentia grande simpatia pelo processo revolucionário cubano e especialmente por Fidel, a quem amava como um pai.
Essa bela amizade entre Chávez e Fidel, entre Cuba e Venezuela, foi discutida, em 5 de março, no Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP).
René González Barrios, diretor do Centro Fidel Castro Ruz, lembrou como duas expedições venezuelanas chegaram à Ilha para apoiar a luta contra o colonialismo espanhol e também foram à Serra Maestra, na última etapa da independência.
Víctor Gaute López, vice-presidente do ICAP, falou sobre «a importância de conhecer em profundidade todo esse legado e a ideia de continuar visualizando Chávez como um fato do presente, que continua apontando o caminho para a emancipação definitiva dos povos».
Orlando Miguel Maneiro Gaspar convidou as pessoas a se lembrarem dele como ele foi em vida, um fazedor de justiça para os mais humildes; um construtor da união civil-militar de seu povo, que ele tornou protagonista do processo transformador que é a Revolução Bolivariana.





