ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
O chefe de Estado referiu-se ao papel ativo que a ALBA-TCP deve desempenhar nos demais espaços integracionistas da América Latina e do Caribe. Photo: Estudios Revolución

«Temos que cuidar muito bem da ALBA-TCP e reativá-la», enfatizou o secretário executivo da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América-Tratado de Comércio dos Povos, Jorge Arreaza, que foi recebido em 18 de março, pelo primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.

O chefe de Estado se referiu ao papel ativo que a ALBA-TCP deve desempenhar dentro dos outros espaços integracionistas da América Latina e do Caribe, como o maior deles, a Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Parabenizou Arreaza por sua nomeação como presidente da ALBA, que foi fundada em 14 de dezembro de 2004 pelo Comandante Hugo Chávez Frías e pelo Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz. Também lhe assegurou que pode «contar com o total apoio de Cuba».

Lembrou que nenhum bloco integracionista da região conseguiu alcançar tantos resultados em tão pouco tempo, como a cooperação em saúde, a Operação Milagre, a Petrocaribe e outras iniciativas promovidas por seus líderes, que beneficiaram milhões de pessoas na América Latina e no Caribe.

CONTRA AS TENTATIVAS DE DESESTABILIZAR CUBA

Arreaza se referiu à declaração da aliança de «rejeitar firmemente as tentativas de desestabilização contra Cuba», disse ao grupo de imprensa da Presidência.

«Os países da ALBA-TCP concordaram em fazer uma declaração, porque, claramente, essa é outra das intenções de desestabilização do governo dos EUA, não apenas para sitiar Cuba com o bloqueio, mas também, uma vez sitiada, para tentar desestabilizar, usando plataformas tóxicas, redes sociais, para gerar uma explosão social em Cuba».

«Somos da opinião de que a Alba retoma o espírito, nem sequer integracionista, mas sindicalista, de Simón Bolívar, de José Martí, de Hugo Chávez, de Fidel Castro».

Disse que «devemos avançar em algumas questões econômicas pendentes, como uma zona econômica da ALBA, reativar Petrocaribe e, consequentemente, questões sociais, aquelas políticas nas quais Cuba, com tanto esforço, tem desempenhado um papel de liderança».