
A confirmação das mortes do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, do ministro das Relações Exteriores, Hossein Amir Abdollahian, e de outras autoridades de alto escalão da República Islâmica provocou um luto generalizado nos países árabes e em todo o mundo.
Líderes políticos, como o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, que lamentou a perda em sua conta no X e descreveu o líder iraniano como um «grande amigo, político admirável e amado por seu povo», expressaram suas condolências desde a notícia do acidente aéreo fatal de domingo, 19, no noroeste do país.
Outros chefes de estado e autoridades governamentais da América Latina, especialmente de países como Venezuela, México, Brasil e Nicarágua, e de nações como Iraque, Paquistão, Líbia, Síria, Catar, Tunísia e Iêmen, transmitiram suas condolências ao povo iraniano.
O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente chinês, Xi Jinping, reconheceram as contribuições de Raisi para a segurança, a estabilidade e a prosperidade de seus países.
Um minuto de silêncio foi observado no Conselho de Segurança da ONU em memória do presidente iraniano, de seu ministro das Relações Exteriores e das autoridades que estavam a bordo do helicóptero abatido.
O líder supremo do Irã, aiatolá Seyed Ali Khamenei, decretou cinco dias de luto e aprovou a nomeação do vice-presidente Mohammad Mokhber como presidente interino, até as próximas eleições, programadas para ocorrer dentro de 50 dias.





