
Caracas, Venezuela.— «A interferência na Venezuela não passa despercebida; é o mesmo roteiro de sempre, escrito pelos mesmos atores do imperialismo estadunidense e seus cúmplices, que causaram tantos danos no mundo. Agradecemos ao ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, por defender nossa soberania».
Foi o que afirmou em 19 de agosto o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, na rede social Threads, por ocasião das manifestações de apoio da Ilha à vitória popular do povo venezuelano e ao seu direito à soberania e à autodeterminação.
Os Estados membros da ALBA-TCP também emitiram um comunicado rejeitando «a resolução espúria e intervencionista da OEA sobre os assuntos internos da Venezuela». O documento insiste que a nação sul-americana não é membro desde 2019, portanto, a OEA não tem o poder de «interferir de forma tão tendenciosa» nos assuntos do país.
Também em 19 de agosto, em uma sessão de trabalho do Grande Polo Patriótico Simón Bolívar, o presidente Nicolás Maduro convocou um congresso mundial contra o fascismo, o neofascismo e expressões semelhantes a ser realizado em um futuro próximo. «Vamos convidar pensadores, intelectuais, artistas, líderes sociais e políticos da África, Ásia, Europa, EUA, América Latina e Caribe», disse.





