Caracas, Venezuela.– A União Nacional de Juristas de Cuba (UNJC), por meio de um Comunicado oficial, reconheceu a decisão do Supremo Tribunal da Justiça «na qual são validados, certificados e avaliados os resultados apresentados pelo Conselho Nacional Eleitoral, sendo indiscutivelmente reeleito como presidente Nicolás Maduro Moros para o mandato 2025-2031».
Ainda mais, reafirmou seu «compromisso com a maioria do povo venezuelano em sua vontade de ser livre e independente», reconhecendo, ao mesmo tempo, seu direito «à livre determinação», e condenou «a intervenção e interferência nos assuntos internos da Venezuela por parte de outros governos». Nesse sentido, ratificou «a convicção na salvaguarda da América Latina como Zona de Paz e o respeito às decisões de nossos povos que asseguram a convivência pacífica entre as nações».
Por outro lado, nessa nação sul-americana foi efetuado um balanço da 2ª Consulta Popular Nacional, no qual veio a púbico que a maioria dos projetos aprovados se encaminham ao manuseamento da água, melhoria no serviço elétrico, a reabilitação dos espaços educativos, de saúde e ambientais, bem como o referido às vias rurais e urbanas.
«É o começo de uma democracia mais viva, mais direta e da construção de governo, em que este deve ir governando a partir do território, com os conselhos comunais para um processo de aprofundamento», assegurou a esse respeito, o presidente Nicolás Maduro.
Da mesma forma, o presidente anunciou mudanças no gabinete executivo «para acoplar a força do Governo popular, socialista e revolucionário da Venezuela (…). Esta é a etapa de construção do socialismo territorial, da democracia comunal, da democracia direta, do sistema de governo novo, que rompa com o conceito de governo aéreo, protocolar, superficial», indicou.





