
«Torna-se evidente qual é o bando dos que "amam e fundam"», assim denunciou o ministro das Relações Exteriores e membro do Bureau Político do Partido, Bruno Rodríguez Parrilla, os atos violentos de setores anticubanos em Miami, durante a passeata pacífica pela paz e contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos EUA a Cuba.
De acordo com a Prensa Latina, a Coalizão Martiana, a Brigada Antonio Maceo, a Associação Cultural José Martí e o Círculo Bolivariano de Miami se reuniram, no sábado, 7 de setembro, para lembrar o líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, em um ato que se juntava ao apelo internacional do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap) a favor da paz, contra o bloqueio e o terrorismo.
Enquanto se desenvolviam os atos pacíficos, setores anticubanos de Miami, novamente comentou o chanceler cubano no X espalharam o ódio e a agressão o que, segundo notícias da imprensa, precisou da intervenção da polícia da cidade.
A esse respeito, o veterano jornalista cubano, Max Lesnik, quem mora nessa cidade estadunidense, disse que «não é a primeira vez que esta corja de cubanos extremistas da direita lançam mão da violência como método fascista para agredir aqueles que sustentamos no alto a batalha cívica contra as medidas anticubanas do atual governo norte-americano, especialmente contra o bloqueio».





