De Cuba, solidariedade à China pelas vítimas e danos causados pelas fortes chuvas
As chuvas intensas que ocorreram nos últimos dias causaram graves danos à infraestrutura de transporte, moradias e redes de comunicação
Foto: tirada de X
O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, expressou a solidariedade da nação à China após as fortes chuvas que causaram a morte de várias pessoas e graves danos materiais.
«Estamos acompanhando de perto as notícias sobre as enchentes em Pequim e arredores, que causaram inúmeras vítimas e danos materiais. Nossas sinceras condolências e solidariedade ao Partido, ao governo e ao povo da China», disse o presidente em sua conta nas redes sociais.
Os membros do Bureau Político, Manuel Marrero Cruz, primeiro-ministro, e Roberto Morales Ojeda, secretário de Organização do Comitê Central do Partido, também expressaram suas condolências pela perda de vidas humanas e reafirmaram sua solidariedade à China, em mensagens publicadas no x.
As chuvas intensas que ocorreram nos últimos dias causaram graves danos à infraestrutura de transporte, moradias e redes de comunicação.
O presidente Xi Jinping pediu todos os esforços para proteger as vidas e propriedades dos cidadãos diante da magnitude das enchentes e dos danos causados pelas fortes chuvas.
Como parte das medidas de resposta à emergência, mais de 80.000 pessoas foram evacuadas na capital chinesa.
O ministério das Finanças e o ministério de Gestão de Emergências da China alocaram 350 milhões de yuans (cerca de US$ 50 milhões) de fundos do governo central para nove regiões provinciais.
Além disso, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China alocou 200 milhões de yuans (aproximadamente US$ 28 milhões) para esforços de recuperação em Pequim.
O apoio à luta contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos, com desbordadas manifestações de solidariedade em cidades de todas as latitudes; o rechaço mundial à incluso na lista de países patrocinadores do terrorismo, e a profunda e coerente presidência do Grupo dos 77 mais a China, elevaram ainda mais o prestígio de Cuba em suas relações com o mundo