ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Há 50 anos, Cuba e São Tomé e Príncipe mantêm excelentes relações bilaterais Photo: Estúdios Revolución
No Palácio da Revolução, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu Sua Excelência a Sra. Celmira de Almeida do Sacramento dos Santos Lourenço, presidente da Assembleia Nacional da República Democrática de São Tomé e Príncipe.
 
«Esta é uma visita que renova os laços históricos de amizade entre nossos governos, nossas nações, nossos parlamentos e, acima de tudo, entre nossos povos», disse.
 
Durante o encontro, também enfatizou que «temos uma relação histórica» com aquele país e ressaltou que julho deste ano marcou o 50º aniversário do estabelecimento das relações bilaterais.
 
Nesse sentido, Díaz-Canel lembrou que o início dessa relação se baseia fundamentalmente na solidariedade, no carinho, no respeito e na admiração, «porque a colaboração surgiu quando se desenvolveu um projeto educacional, por meio do qual crianças de São Tomé e Príncipe chegaram a Cuba».
 
Desde então, tem havido um relacionamento ininterrupto e excelente, afirmou, já que ambas as nações mantêm cooperação em áreas como saúde, educação e agricultura.
 
Díaz-Canel enfatizou a importância de fortalecer os laços parlamentares e a disposição de continuar expandindo as relações políticas e econômico-comerciais. «Podem contar com Cuba para continuar expandindo essas relações», afirmou.
 
Por sua vez, a presidente da Assembleia Nacional da República Democrática de São Tomé e Príncipe destacou a amizade que une os dois países e ofereceu detalhes sobre os acontecimentos de sua quase semana de trabalho na Ilha, durante a qual explorou o trabalho de José Martí e do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz.
 
Estiveram presentes na reunião, em nome de Cuba, Esteban Lazo Hernández, membro do Bureau Político e presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular (ANPP) e do Conselho de Estado; Ana María Mari Machado, vice-presidente da ANPP; e outras autoridades do Parlamento e do ministério das Relações Exteriores.