
O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, rejeitou veementemente o bloqueio naval imposto à Venezuela pelo governo dos EUA. Em mensagem no Twitter, o líder cubano reafirmou seu firme apoio ao «presidente Nicolás Maduro, à Revolução Bolivariana e Chavista e à sua União Popular-Militar».
Na mesma rede, o membro do Bureau Político e ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, descreveu o ocorrido como uma violação gravíssima do Direito Internacional e um aumento na escalada da agressão.
A nova medida foi anunciada em 16 de dezembro pelo governo dos EUA. «Hoje estou ordenando um bloqueio total e completo de todos os navios petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela», publicou o presidente Donald Trump em sua conta nas redes sociais.
O Governo Bolivariano, em comunicado, definiu a ordem como «uma ameaça temerária e grave» que viola o direito internacional, o livre comércio e a livre navegação.
Denunciou o objetivo da Casa Branca como «roubar as riquezas que pertencem à nossa pátria» e pediu ao povo dos EUA e do mundo que rejeitasse por todos os meios «essa ameaça extravagante que revela as verdadeiras intenções de Trump».
«A Venezuela nunca mais será colônia de nenhum império ou potência estrangeira e continuará trilhando, junto com seu povo, o caminho da construção da prosperidade e da defesa irrestrita de nossa independência e soberania», enfatizou o comunicado.





