ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Foto: Ilustrativa. 
A justa defesa de Cuba de sua «soberania e independência, baseada no exercício legítimo do direito à autodeterminação e no estabelecimento de relações de amizade e cooperação com todos os governos e povos do mundo, num quadro de respeito mútuo, igualdade soberana e adesão ao Direito Internacional», recebeu em 13 de janeiro a solidariedade da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA).
 
Por meio de um comunicado, esse mecanismo de integração regional expressou seu mais forte apoio e acompanhamento ao povo e ao governo de Cuba, ao general-de-exército Raúl Castro Ruz e ao primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.
 
O documento reafirma ainda que «a Carta das Nações Unidas constitui o fundamento essencial da coexistência pacífica entre os Estados, ao consagrar princípios universais como a igualdade soberana dos Estados, a não-interferência em assuntos internos, a proibição da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial e a independência política de qualquer Estado, a solução pacífica de controvérsias e o direito inalienável de cada povo de decidir sobre seu próprio projeto político, econômico e social».
 
O documento enfatiza que «a Aliança reconhece e valoriza a trajetória histórica da política externa cubana, construída sobre uma doutrina de independência, dignidade nacional e um profundo compromisso com o multilateralismo». Relembra também a dedicação duradoura da Ilha à cooperação internacional, à solidariedade entre os povos e ao respeito pelas normas do direito internacional, contribuindo consistentemente «para a compreensão, a paz e o bem-estar coletivo, especialmente em benefício dos países do Sul Global».
 
Por fim, insta a comunidade internacional e as organizações multilaterais a manterem seu firme e inabalável apoio à República de Cuba, em conformidade com as resoluções repetidamente e esmagadoramente adotadas pela ONU, que exigem o levantamento do bloqueio econômico, comercial e financeiro, e a contribuírem de forma responsável para a paz, a estabilidade e a cooperação na América Latina e no Caribe.