ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
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«Mais uma vez, a voz da razão se ergue das Nações Unidas para denunciar o bloqueio criminoso dos EUA contra Cuba. O Alto Comissário para os Direitos Humanos, Volker Türk, foi inequívoco: pediu o levantamento imediato das sanções e alertou que o seu endurecimento — incluindo as restrições ao combustível e as medidas extraterritoriais implementadas em 2026 — está colocando vidas em risco», afirmou Roberto Morales Ojeda, membro do Bureau Político e secretário de Organização do Comitê Central do Partido, por meio do site X.
 
Além disso, acrescentou que «a comunidade internacional não pode permanecer indiferente a um bloqueio que, segundo a própria ONU, afeta seriamente o acesso da população cubana a serviços essenciais como saúde, alimentação, água e medicamentos. Não se trata de política: trata-se de direitos humanos», afirmou.
 
Morales Ojeda descreveu o diagnóstico de Türk como «implacável», citando «indicadores de saúde em deterioração, escassez crítica de medicamentos e hospitais e programas para pacientes vulneráveis ​​à beira do colapso». Também enfatizou que «as restrições de energia agravaram os apagões e impactaram severamente a produção de alimentos, o transporte e toda a atividade econômica do país».
 
Além disso, enfatizou: «Diante desse cenário de profunda deterioração social e econômica, o Alto Comissário descreveu as medidas como incompatíveis com os princípios básicos dos direitos humanos. Sua conclusão é inequívoca: ‘Essas sanções devem ser suspensas imediatamente.’ A posição mundial, expressa repetidamente pela ONU, é clara: bloqueio, não. Humanidade, sim», afirmou Morales Ojeda.
 
Nesta segunda-feira, 8 de junho, por meio da mesma rede social, o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu o levantamento imediato das sanções impostas pelo governo dos EUA contra Cuba, alertando que sua expansão está causando graves consequências humanitárias e colocando em risco a vida do povo cubano.
 
Türk enfatizou que as medidas tomadas contra a Ilha geram efeitos amplos e indiscriminados, incompatíveis com os princípios fundamentais do direito internacional.
 
Nesse sentido, instou empresas e instituições financeiras a evitarem práticas de conformidade excessiva que restrinjam ainda mais as atividades humanitárias e apelou a uma maior cooperação internacional para evitar o agravamento da situação social e econômica de Cuba.