Vietnã: O secretário-geral do Partido Comunista do Vietnã (PCV) e presidente da República, To Lam, enviou uma mensagem de felicitações ao primeiro-secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.
Entretanto, o primeiro-ministro Le Minh Hung enviou uma mensagem de felicitações ao seu homólogo cubano, Manuel Marrero Cruz, e o presidente da Assembleia Nacional, Tran Thanh Man, enviou um telegrama de felicitações ao seu homólogo na Assembleia Nacional do Poder Popular de Cuba, Esteban Lazo Hernández. O ministro das Relações Exteriores, Le Hoai Trung, transmitiu as suas felicitações ao seu homólogo cubano, Bruno Rodríguez Parrilla.
Nicarágua: O povo e o governo da Nicarágua saudaram Cuba por meio de uma mensagem assinada pelos copresidentes Daniel Ortega e Rosario Murillo, destacando a importância do dia 26 de julho e a visão de Fidel Castro, ao mesmo tempo que celebraram as vitórias do povo cubano, que descreveram como heróico e extraordinário. «Eles não se vendem nem se rendem, jamais», enfatizou a mensagem, referindo-se ao povo cubano e à sua resistência histórica. «Fidel nos representa, nos inspira, nos enche de orgulho e nos eleva a todos», ressaltou.
A Assembleia Nacional da Nicarágua também realizou uma sessão especial para homenagear os heróis do ataque ao quartel Moncada. Como parte das comemorações, os participantes depositaram coroas de flores no Monumento aos Heróis, na Praça da Revolução, e em seguida marcharam até o prédio do Parlamento.
México: Milhares de mexicanos marcharam neste domingo para comemorar o 73º aniversário do ataque ao quartel Moncada. Segundo o jornal La Jornada, a marcha, que começou na antiga embaixada dos EUA, culminou em um ato de solidariedade a Cuba e um protesto contra as recentes ameaças de agressão e invasão vindas da Casa Branca.
«A mobilização solidária de todas as nações irmãs é urgentemente necessária, porque devemos defender a soberania cubana, mas nesse processo também devemos defender a soberania de todos os países e o direito à livre autodeterminação», disse Jaime García, membro do Coletivo Militante de Solidariedade Va Por Cuba.
Chile: Chilenos e cubanos relembraram os ataques aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes em um evento na cidade portuária de Valparaíso. Durante a cerimônia, o embaixador cubano no Chile, Oscar Cornelio Oliva, afirmou que, como Washington não consegue perdoar a rebelião cubana, declara guerra ao país. Ele denunciou a agressão dos Estados Unidos contra Cuba como multidimensional.
Itália: Diversas associações e movimentos políticos italianos em solidariedade a Cuba estão celebrando o Dia da Rebelião Nacional. Entre os principais eventos do dia está uma marcha da Piazza Santa Prisca, em Roma, até a embaixada de Cuba na capital.
Na véspera da comemoração, durante o Festival Cultural de San Lorenzo, foi apresentado o livro Contra o Fascismo, uma compilação de escritos e discursos do Comandante-em-chefe Fidel Castro.
Zimbábue: Cubanos e zimbabuanos comemoraram o feito, com a participação de membros da missão diplomática da Ilha, brigadas médicas e educacionais, juntamente com graduados e amigos daquela nação africana.
Como parte da celebração, Debra Gwati, vice-presidente da Associação de Amizade Zimbábue-Cuba, pediu ações concretas para demonstrar que são dignos da Geração do Centenário, naquele 26 de julho, e de tantos filhos e filhas de Cuba ao longo de sua história de lutas e vitórias.
Índia: A Associação Nacional de Solidariedade com Cuba (NASC) na Índia comemorou o importante feriado nacional para a nação caribenha. Na ocasião, Arun Kumar, coordenador da NASC, condenou o embargo econômico, comercial e financeiro dos EUA.
Venezuela: O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) comemorou a data e declarou: «A chama acesa em Moncada permanece um farol de dignidade para os povos de Nossa América e para o povo e governo irmãos de Cuba. Viva Martí, viva Fidel e viva Cuba!»