ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Photo: Estúdios Revolución
O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na manhã de quinta-feira, 8 de outubro, José Miguel Mejía Abreu, secretário-geral do Movimento de Esquerda Unida (MIU), da República Dominicana.
 
Do Palácio da Revolução, o dignitário elogiou o visitante pelo «espírito com que nos visitou». Fê-lo porque, em sua opinião, Mejía Abreu viera para «reafirmar a solidariedade do povo dominicano e do Movimento de Esquerda Unida com Cuba».
 
O presidente Díaz-Canel afirmou com absoluta firmeza: «Acredito que as relações históricas entre os povos cubano e dominicano não podem ser destruídas».
 
«Vamos continuar trabalhando, e faremos isso com maior intensidade entre as duas partes», disse o presidente a um amigo conhecido por seu espírito combativo e que, em janeiro de 2024 – quando também foi recebido por Díaz-Canel – compartilhou com o chefe de Estado uma convicção que o distingue na vida: «Não se pode ficar sentado diante do Muro das Lamentações. É preciso lutar».
 
O secretário-geral do Movimento de Esquerda Unida (MIU) da República Dominicana comentou nesta quinta-feira, 8: «Eu queria vir a Cuba». Sua motivação, como explicou, decorre do momento difícil que a Revolução Cubana atravessa. Mejía enfatizou: «Era necessário dizer a Cuba: Estamos aqui; e reafirmar os laços históricos que existem entre Cuba e a República Dominicana».
 
O amigo falou em termos de «laços históricos indeléveis». E lembrou combatentes como o chefe Hatuey, Máximo Gómez e José Martí, figuras cujas histórias unem para sempre as duas nações.
 
Durante o encontro, marcado por afeto e sinceridade, Emilio Lozada García, chefe do Departamento de Relações Internacionais do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, também esteve presente pelo lado cubano.