ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Foto: Diana Inés Rodríguez/ACN

SOB a premissa O bloqueio prejudica o povo de Cuba reuniu-se, em 12 de outubro, em Havana o 13º Foro de organizações da sociedade civil da Ilha.

Inúmeras instituições estudantis, científicas e religiosas reiteraram em 12 de outubro sua recusa ao maior genocídio da história, que ao longo de quase 60 anos provocou danos a Cuba no valor de US$ 753.688 milhões.

O Herói da República de Cuba, Ramón Labañino, ao falar representando a Associação Nacional de Economistas e Contadores (Anec), referiu que o bloqueio tem causado danos terríveis à economia da nação caribenha, e tem impedido a compra de recursos tão simples como medicamentos.

Labañino, também vice-presidente da ANEC considerou o bloqueio como uma declaração de guerra e lembrou que o presidente estadunidense Barack Obama reconheceu que essa é uma política falhada.

Por seu lado, o vice-presidente da Associação Cubana de Limitados Físico-Motores (Aclifim), Osvaldo Hidalgo, afirmou que devido a essa política criminosa que viola a Carta das Nações Unidas, torna-se complicado o acesso aos meios de transporte para os deficientes físicos, limitando sua total inclusão na sociedade.

Ainda, o membro do secretariado nacional da Federação Estudantil Universitária, Aníbal Barredo, asseverou que o bloqueio busca asfixiar o povo cubano, e que nenhum número é suficiente para ilustrar os danos que causou em quase seis décadas à Ilha.

A Declaração Final do evento recolheu a demanda dessas instituições contra o governo dos Estados Unidos pela manutenção do bloqueio econômico, financeiro e comercial imposto à Ilha, e apoiou a posição do governo cubano para seu levantamento de forma incondicional.

Em 26 de outubro próximo, nosso país apresentará na Assembleia Geral das Nações Unidas o relatório intitulado «Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba.