Álvarez Cambras, presidente da Sociedade Cubana de Ortopedia e Traumatologia, explicou que esses aparelhos têm favorecido a mais de 250 mil cubanos e se utilizam em diversas doenças ósseas, entre elas a pseudoartrose, os politraumatismos e infecções ósseas.
"Os fixadores Ralca também têm sido utilizados nas pessoas afetadas por desastres naturais, tal como foi o caso do Paquistão, onde os médicos cubanos salvaram milhares de vida e a outra cifra elevada não foi necessário amputar algum membro", afirmou o diretor-fundador do Complexo Cientifico Ortopédico Internacional Frank País.
Estes aditamentos também têm sido empregue com muita eficácia em vítimas de guerras como a do Iraque e Irã, em acidentes de trânsito, em situações de traumatismos e outras doenças, disse o prestigioso especialista cubano.
O chefe do Grupo Nacional de Ortopedia e Traumatologia, explicou que atualmente em quase toda a América Latina são utilizados, igual que nos Estados Unidos, Canadá, França, Espanha e países árabes e africanos.
Cuba tem mais de 1,3 mil ortopedistas, uns 400 em formação e 65 serviços desse tipo em todos os hospitais provinciais pediátricos e gerais, salientou o eminente cientista.
Apesar do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos EUA a Cuba há mais de meio século e da crise que atualmente vive o planeta, a ortopedia cubana garante os serviços a toda a população e continua sendo uma esperança para o mundo, afirmou Álvarez Cambras. (AIN)







