"A Eritropoietina é o melhor exemplo da biotecnologia em pacientes com doenças renais", afirmou o diretor do Programa Nacional de Doença Renal, Diálise e Transplantação, dr. Jorge Pérez Oliva, durante o Ateliê Binacional Cuba-Brasil: Generalização do uso da Eritropoietina no sistema nacional de saúde, que teve sessões no Palácio das Convenções de Havana até 14 de outubro.
Segundo Pérez Oliva, a Eritropoietina é uma glicoproteína que estimula a divisão, diferenciação e sobrevida dos glóbulos vermelhos na medula óssea e é sintetizada no tecido renal.
O especialista também explicou que a aplicação deste medicamento há 15 anos em Cuba, é considerado o maior avanço no tratamento dos pacientes com problemas de anemia, provocada por doenças renais crônicas avançadas.
Por seu lado, a dr. Nuris Ledón, gerente comercial do produto no Centro de Imunologia Molecular (CIM), acrescentou que este remédio também é aplicado a pacientes com Aids em regime terapêutico com Zidobudina, em pacientes oncológicos com tratamento de quimioterapia, e naqueles com anemia da prematuridade.
Registrado desde 1998, este antianêmico líder do CIM, tem beneficiado quase 250 mil pacientes e se exporta a mais de 30 países da América Latina, América Central e Caribe.
A produção do medicamento se realiza sob as recomendações internacionais das atuais Boas Práticas de Manufatura (BPM) e Boas Práticas de Laboratório.







