ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Os avanços educativos têm sido um pilar essencial para a incorporação da mulher à sociedade.

SANTIAGO DO CHILE.— O avanço de Cuba no âmbito da igualdade de gênero respaldado pela política do Estado nesse setor, foi destacado na quarta-feira, 19 de novembro, em Santiago do Chile pela presidenta da Conferência Regional sobre a Mulher, Alejandrina Germán.

Em declarações à Prensa Latina, a também ministra da Mulher da República Dominicana, expressou que a Ilha maior das Antilhas sempre tem sido protagonista nos avanços das mulheres quanto ao empoderamento e o exercício de seus direitos.

 A dirigente feminina ressaltou o papel da Federação das Mulheres Cubanas (FMC), a liderança da sua presidenta Vilma Espín, e a importância dos avanços educativos como ponto essencial para a incorporação à sociedade.

 Significou, ainda, que o compromisso do governo cubano com a igualdade de gênero é o que permitiu o avanço conseguido. E que os líderes Fidel Castro e Raúl Castro tiveram uma política de Estado coerente com o que as mulheres querem conseguir.

 Germán fez estas declarações no âmbito da Sessão Especial sobre Pequim +20, iniciada na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

 Pela parte cubana, a secretária-geral da FMC, Teresa Amarelle Boué, destacou as autonomias física, econômica e na tomada de decisões atingida pelas mulheres de seu país e a importante e crescente participação das mulheres na vida econômica, política e social e no desenho e implementação das políticas públicas.

 Cuba foi o primeiro país dgo mundo em assinar e o segundo em ratificar a “Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher”, e já tinha uma ampla base legal de proteção aos direitos das mulheres e das meninas.