ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

CARACAS — O apoio à Venezuela sempre estará presente e por isso Cuba ratifica que continua sendo um amigo sincero da Revolução Bolivariana, assegurou quinta-feira, 5 de março de 2015, o vice-presidente primeiro dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Diaz-Canel Bermúdez, ao chegar à nação sul-americana.

Díaz Canel participou nos atos de rememoração a Chávez. Photo: Omara García (AIN)

Em um breve intercâmbio com a imprensa no Aeroporto Internacional de Maiquetia nesta capital, Díaz-Canel, membro do Bureau Político do Partido manifestou o “incondicional apoio da Maior da Antilhas no momento atual que vive Venezuela, sua Revolução Bolivariana e a seu legítimo presidente Nicolás Maduro”.

Díaz-Canel participou dos atos comemorativos pelo segundo aniversário do desaparecimento físico do líder bolivariano Hugo Chávez, no Quartel da Montanha, onde descansam seus restos mortais.

Sobre o comandante venezuelano disse que “sua morte não é verdadeira porque continuará vivo e temos de lembrá-lo sempre com resultados positivos nos processos sociais e revolucionários”.

O vice-presidente primeiro anunciou que representará a Cuba na Cúpula Extraordinária de Petrocaribe, pautada para próxima sexta-feira, 7de março. Também destacou a posição altruísta de Venezuela que manifesta sua disposição de manter o mecanismo, ainda com a situação de guerra econômica que enfrenta.

“É um apoio humanista, social y solidário que abandona toda vaidade e que demonstra que um mundo melhor é possível quando se convive com uma perspectiva solidária”, apontou.

A delegação cubana está integrada também pelo ministro de Energia e Minas, Alfredo López e os vice-ministros de Relações Exteriores e Comércio Exterior, Rogelio Sierra Díaz e Roberto López, respectivamente.

Desde sua criação no ano 2005, Petrocaribe tem subministrado mais de 300 milhões de barris de petróleo a seus países membros, o que tem permitido dispor de recursos para reduzir a pobreza e impulsionar o desenvolvimento e construir sociedades mais justas numa conjuntura internacional particularmente adversa.