EM Cuba, durante o presente período úmido ou chuvoso, etapa compreendida entre maio a outubro, se torna evidente a ausência de chuvas. O nível dos reservatórios de água encontra-se muito abaixo da sua capacidade e as fontes de água subterrâneas estão descendo com respeito aos meses precedentes. Ao anterior se acrescentam as altas temperaturas, o que incrementa a evaporação. Estes fatores estão determinando baixos níveis na disponibilidade de água para a população, a agricultura, a indústria e os serviços, o que requer de um grande esforço de todos para minimizar no possível suas consequências, como expressou reiteradamente a direção do Instituto Nacional dos Recursos Hidráulicos.
De acordo com a apreciação do Instituto de Meteorologia, se prognostica a extensão da atual seca intensa e pouca atividade na temporada dos furacões no que resta do ano, o que indica que poderia manter-se a escassez de chuvas, afetando ainda mais a disponibilidade de água para o próximo período seco, que começa em novembro do presente.
Para minimizar o impacto deste perigo se requer incrementar a vigilância e monitoramento sobre sua evolução, apreciar os riscos e informar oportunamente à população e às autoridades competentes. A tal efeito foram ativados grupos de trabalho temporais, na nação, províncias e municípios, com a responsabilidade de avaliar e controlar o cumprimento das medidas previstas nos planos de redução de desastres, o balanço de água pelos consumidores estatais e formas não estatais de gestão, a prioridade do cumprimento do programa de redução de perdas, na reabilitação de redes e a supressão dos escapes, bem como a reorganização do serviço de distribuição de água ajustado às condições de cada território.
Orienta-se aos órgãos de direção e à população se manterem acompanhando de perto a evolução deste evento, cumprir as ações que sejam indicadas pelas autoridades competentes e fazer uso racional da água.
Estado Maior Nacional da Defesa Civil
17 de agosto de 2015







