
QUASE um mês depois de ter concluído no país o primeiro processo de prestação de contas dos delegados (vereadores) aos seus eleitores do 16º período de mandato, a direção da Assembleia Nacional do Poder Popular (ANPP) ofereceu informações sobre a análise do processo que se leva a cabo nas províncias.
A secretária da ANPP, Miriam Brito Sarroca, assegurou em um encontro com a imprensa que em cada um dos lugares onde foi efetuada esta análise teve como centro a preparação do vereador, a assistência alcançada e o comportamento das observações feitas pelos jovens, o número de assembleias suspensas e o atendimento das queixas.
O chefe da área de atenção aos órgãos locais do Poder Popular, Rafael Fuentes León, afirmou que estas assembleias foram mais bem preparadas pelos vereadores, ampliou-se o conhecimento da população sobre diversos temas e houve maior coesão dos diversos fatores envolvidos nos processo.
A participação de mais de 2,5 mil estudantes do ensino politécnico, pré-universitário e universitário como observadores das assembleias, foi avaliada como positiva.
Contudo, em muitos lugares se registram problema, como não utilizar as assembleias como espaço de debate político, dos problemas que afetam a comunidade e onde o delegado informa, propicia e promove o diálogo entre os eleitores, a assistência foi insuficiente e não houve coesão, tendo que ser suspensas as reuniões por problemas organizativos.
Roberto Armas López, chefe da área de informação e análise da secretaria da Assembleia Nacional, informou que foram planejadas 70.053 assembleias de prestação de contas, onde participaram mais de 6,3 milhões de eleitores.
Em mais de 69.300 reuniões foram examinados assuntos relacionados com indisciplinas sociais, corrupção e ilegalidades e as queixas principais eram encaminhadas a organismos como a união elétrica, serviços comunais, recursos hidráulicos, o setor do comércio e os serviços, saúde pública, transporte, comunicações, habitação e a indústria alimentar.





