Minuto a Minuto: #Cubavsbloqueo, o mundo tem a palavra
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Acompanhe aqui a apresentação do Relatório Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba e a rejeição internacional a esta política hostil
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12h25.- Votação final: 191 a favor, 2 abstenções e nenhum voto contra. O mundo de forma unânime rechaça o bloqueio pela primeira vez na história.
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12h23.- Nosso povo se fortaleceu há tempo; isso explica nossa presença hoje aqui. Estamos orgulhosos de nossa história e nossa cultura e não esqueceremos jamais o passado, disso Bruno Rodríguez Parrilla. Já decidimos o caminho para o futuro é não nos desviaremos dele pelos cantos de sereias. Não há força no mundo que nos possa levar a isso.
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12h21.- Bruno Rodríguez Parrilla: A mudança de voto dos Estados Unidos anunciado pela embaixadora Samantha Power é um sinal promissório e temos a esperança que se reflita na realidade.
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12h20.- Já somos livres porque em 1959 nos liberamos do imperialismo estadunidense, disse o chanceler cubano. À iniciativa para uma nova Cuba de George W. Bush do ano 2002, os cubanos responderam com 8 milhões de assinaturas em respaldo à emenda constitucional que proclama o caráter irrevocável do socialismo em nosso país. Seria proveitoso reconhecer que mudar Cuba é um assunto soberano dos próprios cubanos.
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12h18.- Chanceler cubano: A diretiva presidencial de política, publicada em 14 de outubro, ao tempo que afirma que o governo dos EUA reconhece ao governo de Cuba, não oculta o propósito de alterar a ordem constitucional e promover mudanças no sistema político, econômico e social, nem esconde a intenção de promover os programas de caráter intervencionista.
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12h16.- Bruno Rodríguez Parrilla: Em abril deste ano o general-de-exército Raúl Castro expressou sua vontade de desenvolver um diálogo respeitoso com os Estados Unidos, porque temos a certeza de que isso pode dar benefícios mútuos.
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12h14.- O chanceler cubano disse, que bloqueio continua sendo uma violação massiva, flagrante e sistemática para todos os cubanos e classifica como ato de genocídio. «É uma barreira para a cooperação internacional».
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12h12.- É alentador a abordagem do anunciado nesta manhã pelos Estados Unidos, disse Rodríguez Parrilla, mas se perguntou se será revertido no fim da perseguição financeira contra Cuba, entre outras práticas. Referiu-se em específico à vigência do vergonhoso Programa de Parole para Profissionais Médicos cubanos, que promove a deserção em terceiros países dos colaboradores cubanos.
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12h10.- Agradeceu as emotivas palavras da representante norte-americana Samantha Power acerca do caso do doutor cubano que contraiu o vírus do Ébola durante uma missão internacionalista na África Ocidental, e disse que era um exemplo de tudo o que poderia ser feito quando funciona a cooperação. Assinalou a esse respeito que o deslocamento da ajuda médica cubana foi obstaculizada pela perseguição financeira contra Cuba que ainda aplica Washington.
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12h07.- São incalculáveis os danos humanos produzidos pelo bloqueio; não há família cubana que não tenha sofrido seus efeitos, disse Rodríguez Parrilla perante a Assembleia da ONU. A imposição de condições discriminatórias unido aos efeitos do bloqueio impede a obtenção de instrumental médico, exemplificou.
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12h05.- O importante e concreto é o desmantelamento do bloqueio. É necessário julgar pelos acontecimentos, assinala o chanceler cubano.
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12h04.- Nessa ordem, disse que não se anunciaram mudanças no setor financeiro, pelo qual se mantém a questão da negativa para a abertura de contas correspondentes de instituições cubanas nos Estados Unidos.
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12h03.- Daqui para frente, os cidadãos estadunidenses poderão comprar e levar como parte de sua bagagem pessoal rum e charuto. Contudo, continuam proibidas as exportações desses produtos diretamente ao mercado estadunidense. Exceto sob a emissão de licenças específicas, as novas medidas também não permitem empresas mistas nem sequer no setor da indústria farmacêutica cubana.
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12h01.- A estrutura do bloqueio é o que determina a realidade atual, disse Rodríguez Parrilla. É notório e conhecido que o presidente dos Estados Unidos possui amplas prerrogativas que não tem empregado. Há apenas 12 dias os departamentos de Tesouro e Comércio anunciaram novas medidas que estão norteadas na maioria ao favorecimento dos Estados Unidos.

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12h00.- O chanceler cubano assinala que a maioria dos regulamentos executivas e as leis que estabelecem o bloqueio se mantém vigentes e se aplicam com rigor. Reconhecemos que as medidas adotadas por Obama são positivas, mas com um marcante e limitado alcance, acrescentou. Exemplificou que as medidas tomadas no setor das telecomunicações têm alto caráter intervencionista e assinalou que as relativas às relações comerciais têm amplas motivações políticas. Acrescentou que essas transformações não funcionarão em nível apreciável enquanto não se leve em conta à organização do comércio exterior de Cuba. Não obstante, demonstra que nesse ramo pudesse avançar-se.
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11h56.- À pergunta do por quê apresentar outra vez esta resolução, assinalou que não se deve subestimar a poderosa mensagem que esta Assembleia envia ao mundo: a justiça termina por impor-se.
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11h54.- Demorou 24 anos a retificação do voto em solitário dos Estados Unidos nesta sala. Foram 24 anos de isolamento e fracasso e 58 anos de resistência de nosso povo que está sofrendo o que está acontecendo, disse Bruno Rodríguez Parrilla.

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11h53.- Significa esta mudança de voto dos Estados Unidos que o presidente utilizará todas as prerrogativas executivas em seu poder para transformar a aplicação prática do bloqueio?, pergunta-se o chanceler cubano.
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11h51.- O voto de abstenção dos Estados Unidos é, com certeza, um passo positivo no futuro das relações entre os Estados Unidos e Cuba, disse o chanceler cubano respeito ao anúncio feito pela representante norte-americana, Samantha Power, acerca da intenção de seu país de mudar o voto este ano depois de 23 anos pronunciando-se contra o fim do bloqueio.
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11h50.- O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, apresenta o projeto de resolução contra o bloqueio. Inicia seu discurso assinalando que decorreu quase dois anos desde que Obama anunciasse sua disposição de trabalhar pelo fim do bloqueio. Neste período se produz o retorno dos três lutadores antiterroristas cubanos, a reabertura de embaixadas nas duas capitais, a visita em Havana do presidente Obama, o secretário de Estado John Kerry, entre outras visitas de alto nível.
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11h47.- Samantha Power concluiu advogando pelo fim do bloqueio que seu país impõe a Cuba e disse que, apesar de suas diferenças, no cenário da ONU, ambos os países podem colaborar.
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11h45.- Power destacou a coragem do doutor cubano Félix Sarría Báez, quem se infetou com o vírus Ébola no cumprimento de sua missão, e depois voltou para combater essa doença. Reconheceu também aos médicos internacionalistas cubanos e os integrantes da Brigada Médica Cubana, Henry Reeve.
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11h44.- Não coincidimos em todos os temas com Cuba, mais cremos que podemos colaborar aqui na ONU para enfrentar desafios globais. Lembrou que em 2014, ao espalhar-se o vírus Ébola na África Ocidental, Cuba e os Estados Unidos foram capazes de cooperar de maneira conjunta para combater essa epidemia. A contribuição de Cuba na luta contra o vírus Ébola significou uma façanha muito grande para um país de tão só 11 milhões de habitantes, assegurou.

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11h40.- Abster-se nesta resolução não significa que os Estados Unidos estejam de acordo com todas as políticas aplicadas por Cuba. Reconhecemos que em nossa história também há motivos para relacionar-nos e reconhecemos os setores entre os quais o governo cubano tem tido muitos sucessos, disse Samantha Power.
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11h39.- O presidente Obama decidiu abandonar o caminho do isolamento e iniciar a rota do diálogo, para o qual ambos os países restabeleceram relações diplomáticas e abriram embaixadas, disse Power. Desde o dia 17 de dezembro, o presidente norte-americano mudou alguns aspetos do bloqueio, mas a maior parte das políticas de agressão se mantém vigente e a Casa Branca conserva faculdades executivas para continuar transformando a aplicação prática do bloqueio.
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11h37.- Representante dos EUA: A resolução votada hoje é um perfeito exemplo do por quê a política dos Estados Unidos contra Cuba não funcionou. Durante mais de 50 anos o objetivo de isolar Cuba não se cumpriu; o contrário, como estas votações na ONU demonstraram, o isolamento foi dos Estados Unidos.
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11h35.- A representante dos Estados Unidos, Samanta Power, ascende ao estrado da Assembleia Geral das Nações Unidas e anuncia que seu país se absterá na votação deste ano acerca da necessidade de pôr fim ao bloqueio que aplica Washington contra Cuba. É a primeira vez em 24 anos que os Estados Unidos muda seu voto de rejeição.

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11h34.- É inaceitável para a Nicarágua o uso das medidas unilaterais. O bloqueio é um horror histórico imposto a um povo heroico e é rejeitado por 191 países afirmando. Assinalou que só dois países apoiam o bloqueio. Enquanto os Estados Unidos não abandone suas políticas coercitivas contra outros países, minha delegação continuará apoiando resoluções como a apresentada hoje por Cuba.
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11h31.- A diplomata lembra a relação histórica entre o comandante e presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, e o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro. Acrescentou que é decepcionante perceber que o bloqueio continua e também a vontade de propor mudanças no interior de Cuba e programas intervencionistas.
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11h30.- A representante da Nicarágua expõe perante a Assembleia Geral que o bloqueio é criminal e que Cuba conhece e está segura do acompanhamento incondicional da nação centro-americana. A Revolução Cubana deu os primeiros passos para a dignidade dos povos latino-americanos e continua sob esses princípios reafirmando seus valores humanistas, assinalou.

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11h28.- A condena ao bloqueio na ONU é sinal do vergonha para seus executores. O povo cubano já triunfou, sentenciou o Equador.
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11h27.- Ascende ao estrado o representante do Equador e expressa que o bloqueio unilateral é descarnado exemplo é a aplicação da política do poder por parte dos Estados Unidos. O bloqueio é o abuso de uma superpotência para um povo digno que advoga por sua soberania, disse o representante do Equador, quem acrescentou que desejam que Obama aprove ao final de seu mandato medidas consequentes com as melhores tradições da história de seu país.

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11h25.- O representante brasileiro reconhece os esforços do presidente dos Estados Unidos de pôr fim ao bloqueio e expressa que o levantamento dessa política tem o apoio da comunidade internacional. Minha delegação confia em que o momento de diálogo e cooperação possa guiar prontamente ao levantamento do bloqueio, acrescentou.
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11h23.- Agora tem a palavra o representante do Brasil quem expõe que seu governo tem defendido a normalização das relações entre Cuba e os Estados Unidos, que tem provocado efeitos positivos para a região toda.

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11h22.- Pediu aos países que apoiem a Cuba e seu povo. Cuba representa uma esperança para muitos países em desenvolvimento e tem um papel importante para o futuro do mundo. Devemos contribuir a que os cubanos possam viver plenamente e cumprir com os objetivos de desenvolvimento sustentável, disse o representante da África do Sul.
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11h20.- Tem a palavra o representante da África do Sul, quem se soma às declarações do G77+ China e o Movimento de Países Não Alinhados. Apoia o relatório apresentado por Cuba que condena o bloqueio imposto pelos EUA. A África do Sul se regozija pelos avanços entre Cuba e os Estados Unidos e se preocupam pelo caráter ilegal do bloqueio que tem causado o sofrimento do povo da Ilha. Apesar dos passos positivos a maior parte do bloqueio não se tem modificado, assinalou o representante do país africano.

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11h18.- O Egito espera que o levantamento do bloqueio consolide as bases para uma normalização total entre Cuba e os Estados Unidos
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11h17.- O representante de Egito ascende ao estrado e expressa que se soma à alocução de outros que têm intervindo durante a manhã perante a Assembleia Geral. O diplomata egípcio expressa que mais uma vez Cuba poderá contar com o pleno apoio de El Cairo e expressa que os efeitos do bloqueio para o povo cubano e sua economia continuam vigentes. Seu país sempre apoiará incansavelmente e recusa a política unilateral que durante cinco décadas têm afetado negativamente o acesso do povo cubano a medicamentos e educação de qualidade, disse.

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11h15.- Para o Reino de Tonga o bloqueio é una injustiça imposta pelos Estados Unidos a Cuba e a cataloga como una forma arcaica de intervenção. «O bloqueio gera dificuldades injustas para os cidadãos de ambos os povos e de outros países que são afetados pela aplicação desta política», assinalou.

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11h14.- Representante de Tonga ascende ao estrado da Assembleia Geral e inicia sua intervenção cumprimentado ao chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, e se soma à declaração do G77+China.
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11h12.- Os dirigentes do mundo têm instado à comunidade internacional para incrementar os esforços por um mundo livre de sanções. A Índia apoia o projeto de resolução apresentado por Cuba, assinalou o representante do país asiático.
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11h10.- O representante da Índia destaca durante sua intervenção que a existência do bloqueio contradiz a opinião da comunidade internacional. Seu país se mantém solidário em sua vontade de impedir que a lei nacional tenha um impacto extraterritorial. Essa política afeta negativamente o desenvolvimento do povo cubano e sua capacidade de conseguir a agenda do ano 2030 para o desenvolvimento sustentável.
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11h09.- «Que viva Fidel, que viva Cuba», assim conclui sua intervenção o representante da Bolívia
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11h08.- A Bolívia: Fidel é um exemplo na luta contra o imperialismo e o capitalismo. Hoje não só votamos contra el bloqueio, votamos pela esperança. Cuba é o exemplo para continuar e Fidel é e símbolo da esperança dos povos.
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11h07.- A Bolívia aproveita a ocasião para prestar homenagem ao povo de Cuba e ao escultor da Revolução cubana, Fidel Castro, quem há pouco completou 90 anos. Fidel tem um lugar especial na história da libertação dos povos. Todos os povos são testemunhos do glorioso contributo ao mundo da Revolução cubana, disse o representante boliviano. Lembrou o combate de Cuba contra o regime do Apartheid, o apoio ao povo vietnamita e a cooperação médica nos países todos.

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11h05.- Intervém agora no debate na Assembléia Geral da ONU acerca da resolução apresentada por Cuba, que pede a eliminação do bloqueio, o representante permanente do Estado Plurinacional da Bolívia, quem diz que seu país se soma novamente à condena do injusto e ilegal bloqueio econômico e financeiro em contra da Ilha.
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11h01.- Vietnã reitera sua crença que o bloqueio causa dificuldades imensas para o povo cubano e é contrário à vontade dos restantes países de construir relações sólidas. Assinala que sua nação se soma aos países que apóiam o restabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos. O bloqueio é uma barreira imensa ao processo de normalização bilateral e seu levantamento seria de beneficiamento para a paz e estabilidade no mundo, acrescentou.
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11h00.- A representante de Vietnã ascende ao estrado da Assembléia Geral e inicia sua intervenção cumprimentando ao chanceler cubano Bruno Rodríguez Parrilla. Assinala que Hanói se somou às delegações que votaram de forma esmagadora em contra do bloqueio. Disse que, para seu país, é una questão de princípios a rejeição de qualquer tipo de medidas de agressão de um Estado contra outro.
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10h58.- China reconhece as medidas tomadas pelos os Estados Unidos, mas clama pela eliminação dessa política o antes possível. Mais uma vez, Pequim votará a favor do projeto de resolução apresentado por Cuba, concluiu.
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10h57.- O representante chinês lembrou a visita do Primeiro Ministro de seu país a Cuba para estreitar a cooperação e contribuir ao desenvolvimento socioeconômico da Ilha.
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10h56.- O bloqueio é uma violação dos propósitos e princípios das Nações Unidas e tem causado enormes afetações econômicas ao povo de Cuba, também limita o direito do povo cubano à vida e o desenvolvimento, expressou o representante do gigante asiático.
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10h55.- O representante Chinês comenta que os países têm que trabalhar sobre a base da igualdade e procurar relações de cooperação mútua, para o qual é preciso a eliminação do bloqueio.
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10h52.- Coloca-se no estrado o representante permanente da China para somar-se à declaração expressada pelo G77+China que condena o bloqueio.
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10h51.- O representante mexicano assinala que Cuba e os Estados Unidos são dois vizinhos e parceiros importantes de México e expressa que seu país reconhece as medidas adotadas pelo presidente Barack Obama; mas está às mãos do Congresso levantar o bloqueio. Cuba mostra índices elevados de desenvolvimento humano apesar de ser um país bloqueado e México apóia o processo de atualização do modelo econômico que se aplica na Ilha, finalizou.
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10h50.- Nestes momentos intervém o representante do México, quem assinala que seu país reitera mais uma vez sua rejeição às ações unilaterais em contra de Cuba porque vão contra o direito internacional. Há pouco o presidente mexicano Enrique Peña Nieto, fez um chamado para levantar o bloqueio e o governo do México reafirma esse pedido, expressou.
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10h49.- O representante da Venezuela: A derrota do bloqueio é a vitória moral e política do povo de Cuba contra o império mais grande do mundo

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10h48.- Expressou que a Venezuela, como estado independente, votará a favor do projeto de resolução apresentado por Cuba, convencido de que reflete seu apego aos regulamentos dessa organização. Apesar do bloqueio, disse, Cuba tem sabido sobreviver com independência e soberania. Ao longo de sua história revolucionária e sob a liderança do comandante-em-chefe Fidel Castro e do General-de-Exército, Raúl Castro, tem mantido seu espírito de solidariedade e tem oferecido, apesar de suas difíceis condições econômicas, sua ajuda aos povos do mundo.

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10h46.- Os 191 estados que o ano passado votaram a favor da resolução que condena o bloqueio representam uma reafirmação de unanimidade contra essa política, acrescentou. O Mnaol pede aos EUA desistir perante a vontade da comunidade internacional.
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10h45.- A permanência do bloqueio é contraproducente com o processo para normalizar relações bilaterais que desenvolvem a Cuba e os Estados Unidos, afirmam representante da Venezuela. Cuba nunca deveu ter sido incluída na lista de patrocinadores do terrorismo, acrescentou Ramírez, quem condenou novamente a aplicação do bloqueio em todas suas formas.
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10h41.- O Mnoal reconhece que essa política ilegal tem provocado importantes afetações nos setores mais importantes de Cuba e cria impedimentos no desenvolvimento socioeconômico do país caribenho.
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10h40.- Tem a palavra no debate na Assembléia Geral da ONU o representante permanente da República Bolivariana da Venezuela, em nome de Movimento de Países Não Alinhados (Mnoal). Cumprimenta na sede a presença do chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, e condena o bloqueio imposto por EUA a Cuba. O Mnoal tem reiterado de forma insistente pôr o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba, pois viola todos os regulamentos internacionais e os direitos humanos do povo cubano, acrescenta.
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10h38.- O bloqueio obstaculiza os esforços de Cuba em vias do desenvolvimento sustentável e é injustificável, assinala o representante de Kuwait, quem também disse que a resolução apresentada por Cuba reflete a opinião coletiva da comunidade internacional.
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10h35.- O representante de Kuwait, em nome da Organização de Cooperação Islâmica, assinala que os membros da mesma saúdam o restabelecimento das relações entre Washington e Havana e destaca que melhorar os vínculos será de beneficiamento para ambos os povos. Mas diz que continua vigente o bloqueio a Cuba, uma ação unilateral dos Estados Unidos que prejudica a economia da Ilha e o bem-estar de sua população.
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10h33.- A Celac insta ao governo é o Congresso dos EUA, que possui autoridade para eliminar o bloqueio, que afeta o pleno desenvolvimento do povo cubano.
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10:32.- A Celac se regozija pelo processo de normalização de relações, fato que constitui o início de um novo capítulo de paz e convivência na região e reconhece a vontade de Obama de por fim ao bloqueio que os Estados Unidos tem imposto sobre Cuba durante mais que 50. Porém, lamenta que ainda se mantenha. O bloqueio é contrário à letra, espírito, princípios e propósitos da Carta de Nações Unidas. A Celac recusa a lei Helms-Burton e lembra a proclama da América Latina como Zona de Paz adotada em Havana.
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10h30.- Intervém agora na Assembléia Geral da ONU para debater o projeto resolução acerca do bloqueio, o represente permanente da República Dominicana em nome da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac)

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10h28.- Estas sanções limitam a capacidade deste estado caribenho de mobilizar seus recursos. A comunidade internacional não pode tolerar as sanções contra Cuba, assinala o representante russo quem insiste que apesar da vigência do bloqueio, a Ilha tem mantido sua resistência.
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10h26.- O representante da Federação de Rússia assinala durante sua intervenção que a posição de seu país é que o bloqueio deve levantar-se porque é contrário aos princípios da carta da ONU. Expõe que medidas deste tipo constituem uma carga grave para os cidadãos e por isso é preciso reconhecer a inadmissibilidade destas sanções que mantêm os Estados Unidos contra Cuba que não são mais que uma lembrança do passado.

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10h25.- A Asean acolhe com beneplácito os últimos fatos acontecidos no processo para a normalização de relações Cuba e os Estados Unidos, embora seja consciente de que ainda falta muito por fazer.
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10h24.- Tem a palavra o representante permanente de Singapura em nome da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) para expressar seu apoio à resolução e se ponha fim ao bloqueio do Estado Unidos contra Cuba. Lembra que a Assembléia Geral tem votado historicamente a favor da eliminação do bloqueio contra Cuba. A Asean crê que as diferenças entre os estados devem resolver-se mediante o diálogo e a inclusão, não do isolamento.
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10h23.- Órgãos das mídias internacionais testemunham a denuncia de Cuba pelas afetações da injusta política ao povo e governo cubano por parte dos Estados Unidos no 71º período de sessões da Assembléia Geral das Nações Unidas.
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10h20.- Esta medida anacrônica e unilateral contradiz a carta das Nações Unidas. É um voto que reflete a solidariedade da comunidade internacional com o povo cubano, Acolhemos positivamente o restabelecimento das relações entre Cuba e os Estados Unidos. Este bloqueio tem sido muito agressivo para o povo cubano, disse o representante caribenho depois de assegurar em nome da Caricom que o desejo do bloco é acabar com os restos da Guerra Fria.
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10h19.- O representante de Jamaica a nome da Comunidade do Caribe (Caricom) e assinala que o bloqueio limita a capacidade de um povo orgulhoso e autônomo de realizar transações financeiras internacionais, de fazer comércio de forma legítima. Acrescenta que o objetivo desta política era conseguir uma mudança; contudo, o único resultado foi impor privações excessivas à população de Cuba.

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10h18.- Finalmente o representante da Tailândia em nome do Grupo dos 77+China criticou o caráter extraterritorial do bloqueio que prejudica não apenas a Cuba, mas também ao resto do mundo.
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10h17.- Cuba contribuiu ao desenvolvimento da comunidade internacional, oferecendo assistência médica, uma mostra de sua contribuição à assistência humanitária internacional e que o mundo agradece. Acrescentou que os efeitos do bloqueio limitam a Cuba para cumprir a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento.

Foto: Reuters
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10h16.- O representante da Tailândia considera que o embargo leva vigente mais de 50 anos e está seriamente preocupado pelos danos que provocou a Cuba e seus cidadãos.

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10h14.- O Grupo dos 77+China acolhe com beneplácito os passos dados por Cuba y EE.UU. para el restabelecimento de relações e a abertura de embaixadas. Consideram que o presidente Obama pode e deve fazer muito mais por eliminar o bloqueio.
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10h12.- Intervém o representante da Tailândia em nome do Grupo dos 77+China na sessão da Assembleia Geral da ONU para debater projetos de resolução sobre o bloqueio.
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10h11.- Em nome do grupo africano reafirma seu apoio e se soma ao chamamento abrumador que fazem os membros das Nações Unidas para que se ponha fim ao bloqueio contra Cuba.
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10h10.- O representante dos Estados Africanos foi o primeiro orador em intervir perante a Assembleia Geral da ONU onde se votará pela resolução que Cuba apresenta anualmente em contra do bloqueio imposto pelos Estados Unidos.
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