
NA defesa da Pátria, nada é mais importante que a preparação. Ela é sinônimo de evitar a guerra, o qual poderá ser apreciado em todo o território nacional —exceto Guantánamo— a partir de hoje, 16 de novembro, com a realização, até sexta-feira, 18, do Exercício Estratégico Bastión 2016.
Bastión é herdeiro das mais ricas tradições de luta e do estudo da arte militar cubana; reúne todo o espírito de resistência, heroísmo e rebeldia, desde as guerras de independência do século XIX. Assenta, ademais, na inclaudicável fé na vitória, da que foi testemunha a última etapa da gesta pela definitiva independência, liderada pelo comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz e da que têm sido protagonistas cubanas e cubanos em mais de 50 anos de triunfos.
No simulacro Bastión 2016 participarão os órgãos de direção e comando, constituídos pelas várias instâncias do Partido, o governo, os organismos da administração central do Estado, as empresas, entidades e unidades das Forças Armadas Revolucionárias, o Ministério do Interior e a população.
Este exercício permitirá consolidar a concepção da Guerra de todo o povo e ao mesmo tempo será um degrau superior em prol de atingir a invulnerabilidade militar da Pátria. Demonstrará a eficiência, estado de conservação e modernização da técnica de combate e faz parte inseparável da campanha ‘Cuba é nossa’ que mobiliza o país e o mundo contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra nosso país.
Propiciará, também, valorizar o atingido e realizar algumas precisões no aspecto da direção da defesa do país, tanto no referente à luta armada como a não armada. Em Bastión 2016 várias das ações serão dirigidas e conduzidas por jovens oficiais das FARs.
Após a culminação do exercício, nos dias 19 e 20, serão celebrados os Dias Nacionais da Defesa, durante os quais haverá manobras e exercícios táticos com tropas.







