ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Photo: Omara García (AIN)

O cruzeiro Empress of the Seas chegou pela primeira vez a Havana, em 23 de abril passado, sendo o segundo da companhia estadunidenses Royal Caribbean que chega a um destino que se vem consolidando na preferência dos viajantes dessa modalidade de lazer no Caribe.

O vice-presidente de operações de hotéis, da Royal Caribbean, Mark Tamis, expressou que esta viagem do navio – com 1,5 mil passageiros a bordo — é a primeira de muitas que serão realizadas. E agradeceu às autoridades cubanas pelo apoio para torná-la realidade.

O vice-presidente de operações marítimas, Greg Purdy, manifestou sua satisfação pelas condições de segurança em que transitaram por águas cubanas, aonde esperam retornar com frequência.

No terminal de cruzeiros Sierra Maestra cortaram a fita inaugural Mark Tamis e o presidente da corporação Aries Transporte, S.A, Ángel Díaz Albertini.

Albertini ressaltou que as viagens de cruzeiros ampliam a possibilidade de que a cada dia mais cidadãos dos Estados Unidos visitem Cuba e conheçam sua realidade.

Lembrou que não podem viajar como turistas, mas que devem se acolher a 12 categorias aprovadas por seu governo, devido às proibições do bloqueio exercido por Washington à Ilha, há mais de cinco décadas e meia.

O presidente da Aries Transporte, empresa cubana a cargo de todas as atividades de cruzeiros, ressaltou que, apesar das limitações do bloqueio, em 2017, prevê-se um incremento das operações, avaliadas por pessoal qualificado e de alto nível de segurança.

Photo: Omara García (AIN)

Esperamos que a viagem inaugural do Empress of the Seas contribua para respaldar o processo rumo ao melhoramento das rela-ções bilaterais entre os dois países.

A Royal Caribbean apresenta um programa de escalas no porto de Havana, saindo de Miami, o qual realizará neste ano com os navios Azamara Quest, primeiro em entrar em um porto cubano, em 31 de março último, e o Empress of the Seas.

A vice-presidenta de Excursões Globais da companhía, Roberta Jacoboy, precisou que Havana tem coisas marcadamente diferentes que o resto dos destinos do Caribe.

«A música, a arquitetura, a comida, a cultura em geral e as pessoas, sobretudo, empolgam-nos e estamos muito contentes de estar aqui», expressou, depois da escala inaugural de seis horas. (ACN)