ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

BUEYCITO, Granma.– Cubanos de várias gerações comemoraram, em 1º de agosto, o 60º aniversário do ataque rebelde ao quartel da tirania de Batista em Bueycito, a primeira ação armada liderada por Ernesto Che Guevara após ter recebido a patente de Comandante, segundo a ordem do máximo líder Fidel Castro.

Considerada, ainda, a primeira incursão de tropas guerrilheiras em uma demarcação da planície, o ataque ao enclave militar que custodiava uma das entradas mais importantes à Serra Maestra, foi lembrado com danças, músicas e poemas declamados justamente em frente do reparado museu, aberto no antigo quartel militar.

O ato foi presidido pelo primeiro secretário do Partido na província de Granma, Federico Hernández; e o presidente da Assembleia Provincial do Poder Popular, Manuel Sobrino. Os oradores exaltaram as qualidades organizativas, o valor e a alta disposição combativa do Guerrilheiro Heroico e sua tropa, formada fundamentalmente por jovens.

No comando de uns 75 homens, integrantes da recentemente criada Coluna 4, o comandante Ernesto Che Guevara atacou esse quartel na madrugada de 1º de agosto de 1957, e embora falhasse, a ação foi uma vitória rebelde.

O ataque permitiu conseguir armas e apetrechos – incluindo uma metralhadora Browning tomada por Che Guevara, causou cinco baixas e vários feridos aos soldados e teve um impacto desmoralizador no inimigo; pois além do risco da incursão na planície, o ataque foi feito por uma unidade independente do núcleo central do comando guerrilheiro.