ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Photo: Estudio Revolución

CIENFUEGOS.– O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, presidiu o ato pelo 60º aniversário do levante armado de civis e marinheiros contra a ditadura de Fulgencio Batista, em 1957.

No ato participaram vários artistas e falou a jovem promotora Kenia Viscay de la Cruz, quem reafirmou a fé da juventude na Revolução Cubana.

A primeira secretária do Partido Comunista nessa província, Lidia Esther Brunet Nodarse, expressou que «Cienfuegos é uma cidade vivente, alvo de perene ebulição de ideias e de projetos em desenvolvimento. O carinho ancestral de seus povoadores cresce agora, graças a um processo de identificação coletivo surgido ao calor do 60º aniversário de nossa principal efeméride local».

Brunet Nodarse lembrou a figura de Fidel, no primeiro 5 de Setembro sem a sua presença física, quem também foi evocado pelo ministro da Saúde Pública e membro do Bureau Político do Partido, Roberto Morales Ojeda, durante as conclusões do ato.

Em seu discurso, Morales Ojeda recalcou que o exemplo de 5 de Setembro será inspiração permanente, no caminho de construir um socialismo próspero e sustentável. Sessenta anos transcorreram daquele amanhecer de 1957 e daquele fato tão valente. «Lembrá-lo constitui um compromisso para as atuais e futuras gerações», sustentou.

Estavam presentes no ato, ainda, membros do Bureau Político e integrantes do secretariado do Comitê Central do Partido; o comandante do exército Rebelde Julio Camacho Aguilera, líder da ação; combatentes e familiares dos que morreram.

Após o ato, o povo de Cienfuegos marchou em uma nutrida peregrinação até o panteão dos mártires dessa gesta histórica, no cemitério Tomás Acea.