ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

INÚMERAS foram as provas de solidariedade com nosso país, que sofreu os embates do potente furacão Irma, durante vários dias, em quase todo o território nacional.

Da Bolívia, o presidente Evo Morales fez um apelo aos seus compatriotas para compartilhar o pouco que têm com os danificados pelos desastres naturais. O governo desse país sul-americano também comunicou que preparava um plano de contingência para enviar ajuda humanitária a Cuba.

Outro presidente da região, o salvadorenho Salvador Sánchez Cerén, expressou através da rede social Twitter ao povo e governo cubanos «nossa solidariedade perante os estragos causados pela passagem do furacão Irma».

Por seu lado, o chanceler venezuelano Jorge Arreaza estendeu sua «solidariedade incondicional com o povo irmão de Cuba. Contem com a Venezuela para superar os estragos do furacão Irma».

A ministra equatoriana das Relações Exteriores, María Fernanda Espinosa, solidarizou-se com o povo cubano. «Nossa solidariedade com o povo de Cuba que enfrenta a passagem do furacão Irma», escreveu Espinosa em sua conta da rede social Twitter.

A agência equatoriana Andes noticia que o embaixador cubano em Quito, Rafael Dausá, agradeceu o gesto equatoriano de oferecer ajuda a Cuba.

Dausá indicou que teve uma pequena conversa com o presidente Lenin Moreno e agradeceu-lhe infinitamente o gesto de oferecer ajuda. «Ele me perguntou de que forma podia ajudar o Equador e dissemos-lhe que logo íamos dar-lhe a informação concreta de que podia fazer o Equador», acrescentou. «A ajuda equatoriana será bem-vinda».

Igualmente, o presidente dominicano, Danilo Medina, transmitiu uma mensagem às autoridades cubanas em que expressa sua disposição a ajudar o povo da Ilha, para enfrentar os danos causados pelo furacão Irma.

O presidente se comunicou com o embaixador cubano em Santo Domingo, Carlos Jesús de la Nuez, a quem manifestou o apoio ao povo cubano em momentos como este.

Também do Twitter, o presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, manifestou sua solidariedade com os países prejudicados por Irma e expressou disposição a ajudá-los.

O chefe de Estado expressou que se encontra consternado pelos devastadores efeitos do Irma. «Peru está pronto para oferecer ajuda», acrescentou.

Ao outro lado do mundo, o chanceler chinês, Wang Yi, transmitiu ao vice-ministro primeiro das Relações Exteriores de Cuba, Marcelino Medina, a solidariedade de seu país após a passagem do Irma.

Wang comentou que o povo chinês, unido pelo coração com o cubano, está muito preocupado e acompanha de perto a evolução da situação.

No Vietnã, o secretário-geral do Partido Comunista desse país, Nguyen Phu Trong, enviou uma mensagem à Ilha Maior das Antilhas por ocasião das perdas humanas e materiais que sofreu nosso país.

Durante a despedida ao embaixador de Cuba, que termina o mandato na nação indochinesa, Herminio López, o dirigente partidarista fez questão de entregar ao diplomata uma mensagem de simpatia ao presidente Raúl Castro, ao Partido Comunista, ao Estado e ao povo de Cuba nestas horas difíceis.

Uma mensagem enviada do Ministério dos Assuntos Exteriores e de Cooperação da Espanha, expressa «seu profundo pesar pelos efeitos devastadores da passagem do furacão Irma por Cuba e lamenta os gravíssimos danos materiais causados, bem como o deslocamento de mais de um milhão de pessoas».

O comunicado manifestou, também, sua solidariedade com o povo e o governo da Ilha «neste difícil momento».

Entretanto, da sede das Nações Unidas também se fez sentir o apoio ao nosso país. Através de ligações telefônicas e das redes sociais, a Missão Permanente cubana perante o organismo internacional recebeu dezenas de mostras de apoio e disposição para ajudar a Ilha em meio das perdas humanas e os destroços deixados em grande parte do seu território pelo furacão.

Nesse contexto, o diretor executivo do Programa Mundial de Alimentos, David Beasley, visitará nos próximos dias países do Caribe impactados por Irma, entre eles a Ilha maior das Antilhas.

Também de Nova York, onde as Nações Unidas têm seu quartel-general, foram enviadas mensagens de alento a Cuba e a seu povo.

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, organismo regional pertencente à ONU, enviou uma mensagem de solidariedade ao nosso país e ofereceu seu apoio e colaboração.

No começo de um concerto do cantor e compositor cubano Silvio Rodríguez no Parque Central, a presidenta do Conselho Municipal da Grande Maçã, Melissa Mark-Viverito, destacou o apoio da Ilha a outras nações caribenhas abaladas pelo furacão.

«Obrigada Cuba, esperamos que esse mesmo respaldo lhe seja estendido, depois do sofrimento destes dias», afirmou a funcionária.

Por outro lado, o Partido Comunista do Brasil (PCB) manifestou sua mais irrestrita solidariedade com o povo, o governo e o Partido Comunista de Cuba (PCC) perante os danos causados à Ilha pelo devastador furacão Irma.

Ainda neste momento de tristeza, quando o intenso fenômeno meteorológico prejudicou praticamente todo seu território, Cuba dá mais uma mostra de seu elevado temple socialista ao prestar ajuda imediata a países vizinhos – também prejudicados pelo ciclone – mediante o envio de equipes de médicos e especialistas, destacou a nota.

Outras personalidades da política também respaldam Cuba, após a passagem do furacão: Javier Couso, eurodeputado da Esquerda Unida, enviou um abraço de solidariedade com o Caribe, especialmente para nossa Ilha digna que «superará este trance difícil».

Rodrigo Londoño, alcunhado Timochenko, presidente do agora partido político colombiano Força Alternativa Revolucionaria do Comum (FARC) afirmou que «Cuba ensinou solidariedade ao mundo. Abracemos o povo cubano que foi prejudicado pela passagem do furacão Irma».

Transcendeu, também, que o Panamá estabeleceu uma ponte aérea para o envio de umas 90 toneladas de ajuda humanitária às ilhas do Caribe devastadas pelo recente açoite do furacão Irma, segundo informou a secretaria da Comunicação.

«Graças ao apoio da Copa Airlines e dos panamenhos, as pessoas em Cuba e o Caribe receberão 200 mil libras (90 toneladas métricas) de ajuda», expressou Juan Carlos Varela, presidente do país, que ressaltou que seu país iniciou «uma operação de assistência humanitária sem precedentes» para esta nação.

Por outro lado, o governo da Nicarágua foi dos primeiros em se pronunciar. «Cuba, a querida irmã, nossa caribenha Cuba, aí resistindo com toda essa organização que lhe conhecemos», assinala uma mensagem enviada pela vice-presidenta da Nicarágua, companheira Rosario Murillo.

A alta dirigente destacou a capacidade que tem o governo e o povo cubanos «para enfrentar todos estes desastres e procurar, em primeiro lugar, defender a vida».

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou no domingo, 10 de setembro, que os organismos de seu país ponham em andamento um plano de ajuda e atenção para Cuba.

Xinhua registra que Maduro se pronunciou do Cazaquistão, onde o presidente participou da Cúpula da Organização de Cooperação Islâmica representando o Movimento dos Países Não-Alinhados (Mnoal).

«Dei instruções de ativar todo o apoio para nosso irmão povo de Cuba. Daqui do Cazaquistão, minha solidariedade ativa», escreveu o presidente Maduro no Twitter.

Entretanto, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a disposição de proporcionar ajuda a Cuba para mitigar as consequências do furacão Irma.

«Sim, estamos dispostos», respondeu Putin a um jornalista da Prensa Latina que lhe fez a pergunta em um dos colégios eleitorais de Moscou, que realizava no domingo, 12 de setembro, eleições municipais, noticia a Sputnik.

O presidente russo acrescentou que o ministro de Emergências, Vladimir Puchkov, já tinha oferecido sua assistência.

O governo do Equador, por seu lado, anunciou sua disposição de enviar assistência urgente a Cuba e outras ilhas do Caribe, açoitadas pelo Irma. A informação foi tornada pública pelo presidente da Assembleia Nacional, José Serrano, mediante sua conta na rede social Twitter, noticia a PL.

Igualmente, a embaixadora de Cuba perante a ONU, Anayansi Rodríguez Camejo, recebeu uma mensagem de Maria Luiza Ribeiro Viotti, chefa de Gabinete do secretário-geral da ONU com o seguinte texto: «Toda minha solidariedade, Ana, pelo impacto do Irma em Cuba. O apoio da ONU está naturalmente à disposição. Com um abraço, Maria Luiza».

Na Colômbia, o presidente Juan Manuel Santos estendeu, através de uma missiva ao embaixador cubano, José Luis Ponce, sua preocupação pelos danos que pode ter causado o furacão Irma no país. Acrescentou que todos os colombianos estão muito preocupados com essa situação e em disposição de ajudar no que seja preciso.

O governo da Argentina também mostrou sua solidariedade com a Ilha maior do Caribe. Em um comunicado difundido pelo Ministério das Relações Exteriores e de Culto argentino, o país sul-americano quis expressar sua solidariedade com «o povo cubano».

Por seu lado, horas depois do terremoto que açoitou o México, o presidente Enrique Peña Nieto disse através de sua conta oficial no Twitter, que «o México expressa seu invariável respaldo e solidariedade com o povo de Cuba que neste momento enfrenta a força do furacão #Irma».

O embaixador de Cuba na Dominica, Juan Carlos Frómeta, recebeu igualmente mensagens do primeiro-ministro Roosevelt Skerrit e da chanceler Francine Baron, expressando sua preocupação pelos prejuízos provocados pelo impacto do furacão em Cuba e reafirmando a solidariedade e apoio ao nosso país.

Juan Carlos Varela, presidente do Panamá, indicou em sua conta no Twitter que se ativou uma equipe da Força de Tarefa Conjunta (FTC), que integram os corpos de segurança e socorro do país, «para dar respaldo nas ilhas do Caribe e Cuba que estão prejudicados pelo furacão Irma.

«O impacto de #Irma em Cuba é forte, este país foi muito solidário com o Panamá; preparemos-nos todos para apoiar o povo cubano», acrescentou o presidente. (Redação Internacional)