ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
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«O bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos contra nosso país, há mais de meio século, é uma violação dos direitos humanos e um ato de genocídio contra o povo», denunciou a Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC), em uma declaração pública, aprovada durante a Reunião Plenária do Conselho Nacional da organização, celebrada no passado fim de semana.

Esta política agressiva dos Estados Unidos contra a Ilha, que já provocou bilhões de dólares em danos econômicos, entorpece o legítimo direito que têm os cubanos de viver em paz.

«Sua implementação tem se convertido em um processo de guerra para asfixiar o país e constitui uma ferramenta para tentar fazer ver que Cuba faz parte do território dos Estados Unidos», acrescenta a declaração.

Para a CTC, manter este cerco financeiro não só representa um recuo nas relações bilaterais entre Cuba e os Estados Unidos, também prejudica o povo estadunidense.

Os cidadãos dessa nação do Norte são privados do direito de viajar a Cuba e de conhecer de perto a realidade de nosso país; e também se proíbe aos seus empresários de manter vínculos econômicos com a Ilha maior das Antilhas.

Apesar destas dificuldades, o cerco econômico e financeiro «continua sendo inútil tentativa de submeter a Revolução Cubana», indica a organização.

«Quebrar as barreiras que esta política impõe continuará sendo nossa alternativa», garante a CTC.

Os trabalhadores cubanos, precisa, padeceram tal como todo nosso povo os efeitos do cerco econômico, comercial e financeiro mais prolongado da história.

«Continuaremos buscando soluções às dificuldades, convertendo cada local e posto de trabalho em um baluarte inexpugnável que impeça fazer ajoelhar ao nosso povo, a partir da inteligência, a criatividade e o engenho coletivo».

Na declaração pública, a CTC também exortou «as organizações sindicais do mundo, os trabalhadores e trabalhadoras e aos amigos que sempre nos apoiaram, a que nos acompanhem na denúncia desta política cruel e desapiedada».