ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

HOLGUÍN.– A certeza de que alguns escolheram zonas alagadiças para morar e a mágoa pelos danos provocados às propriedades pessoais, essencialmente colchões e equipamentos eletrodomésticos, matiza a vida dos moradores das zonas da região Leste desta província, alagada após as intensas chuvas registradas dias atrás.

Na cidade de Moa, onde a água afetou umas 200 moradias, hoje não há pessoas que precisem de assistência, as quais chegaram a ser mais de cem, quando as precipitações foram mais intensas e foi necessária a evacuação dos danificados para locais da empresa produtora de níquel Comandante Pedro Soto Alba e o Instituto Minero-Metalúrgico dessa localidade.

Os moradores de Farallones agradecem imenso a ajuda recebida, sendo os maiores elogios para as forças da indústria do níquel que vieram com seus meios técnicos e poucas horas depois de ter parado a chuva conseguiram reabrir o caminho de acesso até esse lugar em meio da serra.  

De acordo com a informação oferecida pelo vice-presidente do Conselho de Administração Provincial a cargo das tarefas da Defesa Juan Miguel Morán, os especialistas dos estabelecimentos de Serviços Técnicos e Pessoais do município trabalham intensamente na reparação de panelas elétricas, cozinhas, televisores, geladeiras e colchões e as autoridades locais e provinciais procuram constantemente soluções.

Este panorama é muito parecido com o de Sagua de Tánamo, onde a água afetou umas 500 moradias, onde moram 2 mil pessoas, mas já todas retornaram a seus lares. Ali foram resolvidas as avarias provocadas pelo vazamento do rio Sagua em alguns sistemas de fornecimento de água e se trabalha na reparação das estradas.

Quanto à repentina enchente que afetou o povoado Velasco, no município de Gibara, ainda permanecem em condição de assistidas quatro famílias compostas por 11 pessoas, as quais perderam totalmente os lares. Para elas estão sendo construídas quatro casas, hoje na fase final, de maneira que as vão receber brevemente.