ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
O presidente conversou com trabalhadores da usina La Conchita, em seus locais de trabalho. Photo: Estudio Revolución

NOS últimos dias, como parte da sua agenda de trabalho, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel verificou o andamento dos programas da agricultura e alimentação, da energia e o turismo, os que examina frequentemente, devido a sua importância para o desenvolvimento do país.

Atualmente, existem 8,321 hectares dedicados à produção de legumes, vegetais e temperos frescos, em estufas, hortas de cultura intensiva e culturas protegidas, no país todo.

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Mais 461 hectares estão semeados de plantas medicinais, distribuídos em 142 chacras, onde se colhem as 42 variedades que utiliza para fabricar remédios o Ministério da Saúde Pública.

Díaz-Canel achou fundamental cumprir os processos tecnológicos que garantem uma boa colheita, pois em ocasiones não são levados em conta aspectos tais como a qualidade da semente ou a preparação dos solos.

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Com o fim de atingir a meta de que para o ano 2030 a participação das fontes de energia renovável na matriz de geração elétrica seja de 24% atualmente são realizados inúmeros empreendimentos que permitirão dimiuir o consumo de combustível e as emissões poluentes para o meio ambiente.

Ao finalizar o ano, Cuba terá recebido 4,7 milhões (4.750.000) de visitantes internacionais, número abaixo do planejado para 2018, mas que mostram os esforços feitos, em meio de um período marcado pelas contingencias climáticas e as restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos às viagens dos sus cidadãos.

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Na quarta-feira, 12 de setembro, o presidente visitou alguns objetivos econômicos e sociais na província Pinar del Río.

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