ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Visita de Díaz-Canel ao povoado de Florida, em Camaguey. Photo: Estudios Revolución

FLORIDA, Camaguey.— Depois das três horas da tarde, da quinta-feira, 18 de outubro, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, chegou a esta cidade, vindo da província vizinha de Ciego de Ávila, para iniciar uma visita de trabalho de dois dias com sua equipe do governo.

A primeira parada do passeio pelas terras de Florida foi dedicada aos estudantes, especificamente ao coletivo da Escola Básica Básica Urbana Lope Recio Loynaz, que a ponto de terminar a sessão da tarde de aulas recebeu a agradável visita do líder cubano.

Em um ambiente informal, Diaz-Canel conversou com pioneiros da oitava e nona série sobre diferentes tópicos, desde a qualidade do processo de ensino-aprendizagem e o tempo que dedicam ao estudo independente, até as maneiras pelas quais eles acessam à escola e opções de lazer que eles têm nos fins de semana.

Em seguida, o presidente cubano dirigiu-se ao hospital geral Manuel Piti Fajardo, no qual seu diretor, Francisco Sánchez Martínez, elaborou uma visão geral dos sete serviços prestados pela instituição, os principais resultados assistenciais e o trabalho de reparo e manutenção.

Com uma população de mais de 120.000 habitantes, o município de Florida possui uma rede de saúde que inclui também um hospital pediátrico, duas policlínicas, 63 consultórios médicos da família, duas residências para idosos, uma maternidade, avós casa e uma clínica de odontologia.

Quando informado de que a maioria desses centros não recebeu algum tipo de benefício construtivo até agora este ano, Díaz-Canel insistiu na necessidade de trabalhar em conjunto, pessoal médico, pacientes e familiares, no cuidado das instalações e em sustentar tudo o que é recuperado no setor.

Uma mensagem semelhante foi transmitida aos vizinhos reunidos na periferia, tanto da Escola Secundária Básica como do Hospital, aos quais assegurou que o Governo não negligencia nenhuma das prioridades e necessidades sociais, mas também precisa de uma participação mais ativa dos cidadãos na busca de soluções para problemas acumulados.