ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Foto: Tomada de Prensa Latina

«Cuba reafirma seu compromisso de respeitar e cumprir o Direito Internacional Humanitário (DIH), em um momento em que as armas são cada vez mais letais e destrutivas, novos atores emergem em conflitos, proliferam guerras não convencionais e proliferam graves violações do DIH».

A declaração do ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, publicada na rede social Twitter, ocorreu no contexto do encerramento do terceiro seminário sobre Direito Internacional Humanitário e seus muitos desafios hoje.

«Um dos principais acordos desta reunião foi o compromisso dos participantes e das respectivas autoridades, especialmente da ilha do Caribe, de revisar com precisão o que na última conferência da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho de dezembro de 2019 foi identificado como um desafio ao DIH», disse ao jornal Granma Giuseppe Renda, chefe da delegação regional para o Panamá e o Caribe do Comitê Internacional desta instituição humanitária.

Renda identificou como outro sucesso dentro do workshop a delimitação das novas áreas de conflito que não eram visíveis anteriormente no DIH e deve ser considerado nas condições atuais, onde os modos de travar a guerra estão em constante evolução.

Os pontos analisados ​​durante a consulta foram traçados em 2015, durante sua primeira edição, e inicialmente foram concebidos para a participação de todos os países de língua espanhola da ALBA-TCP.

O Direito Internacional Humanitário tem como objetivo reduzir os efeitos de conflitos armados, protegendo civis, regular a conduta em conflitos armados e tem regras refletidas nas convenções de Genebra de 1949 e seus protocolos adicionais.