
«É preciso colher tudo; o país tem que viver com o que sejamos capazes de produzir, a partir dos nossos próprios esforços e recursos, de forma a atingir a segurança alimentar e nutricional. Esta é e será sempre nossa resposta contundente perante a pandemia e a agressividade do imperialismo ianque, em sua fracassada intenção de asfixiar a economia e destruir a Revolução».
Assim expressa o campesinato cubano, na convocatória que a Associação Nacional de Agricultores Pequenos (ANAP) fez a seus membros, no momento transcendental que vive o país.
O texto convoca a «dobrar os esforços para que nada fique parado e honrar os volumes de produtos contratados na produção agropecuária, estimular seu incremento, o aproveitamento de toda a terra e aumentar o plantio».
Apela, também, à necessidade de aumentar a produção, para contribuir mais para a alimentação do povo e à economia do país, aproveitar ao máximo as terras nas áreas de seca ou sob irrigação, procurar alternativas e poupar os recursos de que dispomos, avançar no autofornecimento territorial, com o uso da tração anima e a diversificação das culturas.
Em um apelo aos seus associados, a ANAP refere o aspecto estratégico que representa plantar arroz, feijão, milho e legumes, estimular o plantio de vegetais nos meses de verão, bem como o cumprimento da safa açucareira. Igualmente, propõem-se atingir resultados superiores nos indicadores da pecuária bovina e na cria de outras espécies, com alimentação própria.







