
Diante de sua lousa, e em atitude de reverência, por ocasião do 115º aniversário da morte do insigne Generalíssimo Máximo Gómez Báez, ele foi chamado novamente, com ênfase, de «soldado leal, cujo legado de patriotismo e de internacionalismo está muito presente em nossos valores patrióticos».
A homenagem singela – que impõe o contexto epidemiológico atual – mas profunda no tributo, teve lugar em 17 de junho, no cemitério Colombo, da capital cubana, mediante a colocação de uma oferenda flora, em nome do povo de Cuba.
Na cerimônia, que presidiu o general-de-corpo-de-exército, Ramon Espinosa Martín, membro do Bureau Político do Partido e vice-ministro das Forças Armadas Revolucionárias, foi honrado o valioso legado que Gómez deixou para a história nacional, sendo exaltadas, ao mesmo tempo, as contribuições politicas e militares do chefe mambí, as quais transcenderam como referência universal.
O doutor Eduardo Torres Cuevas, diretor do Gabinete Nacional do Programa Martiano, referiu-se aos episódios que significaram, por exemplo, a primeira carga com facões e a intolerância de Gómez diante da existência da escravidão na Cuba que conheceu em 1865, quando apenas tinha 29 anos de idade.
Destacou o gênio militar, demonstrado em incontáveis façanhas, tais como a Invasão do Oriente o Ocidente, «um modelo que é estudado nas academias militares do mundo» e a campanha de La Reforma, bem como a sua fortaleza intelectual. Definiu Máximo Gomez como um leitor inteligente, que escrevia bem e era capaz de pôr em suas ações todos seus conhecimentos.
No tributo solene a Gómez, quem por seus méritos e liderança ocupou o cargo de maior hierarquia no Exército Libertador cubano, também marcaram presença o funcionário do secretariado do Comitê Central do Partido Víctor Gaute López, chefe do Departamento Ideológico; Luis Antônio Torres Iríbar, primeiro secretário do Partido em Havana, bem como oficiais das Forças Armadas e integrantes da Associação de Combatentes da Revolução Cubana.







