
A proteção plena que Cuba ofereceu a todos os trabalhadores durante o açoite da Covid-19, sem distinção entre setores ou ramos, sustenta-se na adoção de 36 medida na ordem trabalhista, salarial e de previdência social, sublinhou na quinta-feira, 9 de julho, Marta Elena Feitó Cabrera, ministra do setor, ao intervir na Cúpula Mundial virtual da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Neste período de enfrentamento, disse, foi necessário realocar trabalhadores pelo fechamento temporário de atividades e, onde não foi possível, foram outorgadas garantias salariais; como mesmo foram concedidas a mães com filhos menores, aos idosos de mais de 60 anos e aqueles em condições de fragilidade.
Aos que adoeceram, asseverou Feitó Cabrera, lhes foi dado um subsídio e foram protegidos, de igual modo, aqueles submetidos a isolamento preventivo.
Em todos os casos, enfatizo, os trabalhadores mantiveram seu vínculo com a entidade. Igualmente, manteve-se o pagamento das pensões da previdência social e foram outorgadas prestações monetárias da assistência social por insuficiência de ingressos.
Respeito aos trabalhadores independentes, a titular de Trabalho e Previdência Social destacou a possibilidade de suspender temporariamente o exercício de suas atividades e de receber adequações tributárias e contributivas.
Em Cuba, reiterou, ninguém ficou nem ficará desamparado. As medidas aplicadas são mais amplas que as anteriormente estabelecidas pela Lei, e todos estes resultados foram conseguidos apesar do recrudescimento do bloqueio económico, comercial e financeiro do Governo estadunidense.
Uma exortação foi o ponto final a suas palavras: «Devemos rechaçar a imposição de medidas coercitivas unilaterais e as tentativas de atacar o princípio de solidariedade humana, que deve primar nestes tempos. Devemos advogar por um mundo futuro do trabalho, no qual se outorguem garantias e proteção para todos».







