ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA

Ontem, 27 de janeiro, de manhã, uma nova provocação contrarrevolucionária ocorreu perante o ministério da Cultura, quando um pequeno grupo de pessoas, entre as quais estavam mercenários confessos a serviço da subversão paga pelo Governo dos Estados Unidos contra Cuba, orquestrou outro ridículo show midiático que voltou com a reivindicação de um suposto «diálogo necessário», mas que na realidade procurava gerar, a partir da provocação a funcionários públicos, do desrespeito à ordem e da imposição de condições inaceitáveis, um clima de desprezo e violência que lhes servisse de pretexto para difamar as instituições do país.

Mascarados na condição de artistas, e assumindo o poder de falar em nome de um setor revolucionário, procuraram exigir suas reivindicações pela força, e perante sua recusa a concordar em conversar com todos os presentes, apesar de terem violado o que foi combinado para uma reunião com apenas três deles, tentaram dissuadi-los dessa concentração.

Enquanto a mídia inimiga se alinhava informativamente em torno da provocação, as autoridades de Mincult reiteravam o convite ao diálogo, mas a recusa dos agitadores persistia, o tom de insolência aumentava e os trabalhadores da instituição, em resposta enérgica, confrontavam-se com os provocadores, afirmando que as ruas cubanas pertencem aos revolucionários.

No final do dia, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez tuitou: «Não é honesto quem se esconde atrás da arte para provocar sitiando instituições e autoridades públicas, enquanto a nação luta de mãos dadas contra o bloqueio, a pandemia e a morte. Nossos ministérios não são plataformas da mídia. Ali trabalham duro».