ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
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O apelo aos membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) para, com fins intervencionistas, «analisarem» na quarta-feira, 28 de julho, «a situação em Cuba» fracassou miseravelmente devido à recusa da maioria dos seus países membros.

O fato foi informado no Twitter pelo membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido e ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, que qualificou como uma derrota para as reivindicações da entidade pró-ianque.

«Manobra anticubana derrotada na OEA. A rejeição da maioria dos Estados membros forçou (a) suspensão do Conselho Permanente», publicou o chanceler, acrescentando que o presidente pro tempore do Conselho admitiu o fracasso por meio de uma «carta patética que ofende Cuba».

Rodríguez Parrilla também agradeceu aos países «que defenderam a dignidade latino-americana e caribenha».

Segundo o relatório da Russia Today, Washington Abdala, presidente pro tempore do Conselho Permanente, informou que, depois de receber propostas de alguns países, foi decidido adiar a reunião para realizar consultas que sejam úteis.

Abdala acrescentou que solicitou à Secretaria de Assuntos Jurídicos da organização um relatório sobre a situação de Cuba em relação à OEA — uma organização sem moral e com uma longa história de traição aos povos da América Latina — que será compartilhado com as delegações quando estiver disponível.

São múltiplos os mecanismos de pressão que o Governo dos Estados Unidos vem tentando, nos últimos dias, para obrigar terceiros países a se manifestarem contra Cuba, um propósito mentiroso entre aqueles tantos que a OEA facilita com fidelidade de lacaio.