ÓRGÃO OFICIAL DO COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA
Photo: Prensa Latina

Diante da nova escalada de campanhas subversivas contra a Revolução, a Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC) deu a conhecer esta segunda-feira, 18 de outubro, por meio de comunicado, a posição intransigente e de rejeição do proletariado nacional, contra as mais recentes manobras orquestradas por «operadores políticos internos, liderados e encorajados do estrangeiro», que «anunciam a intenção de realizar uma marcha que têm apresentado como pacífica e lícita, invocando a Constituição».

Referindo-se aos artigos da Carta Magna, a CTC lembrou que uma ação judicial não pode violar a paz cidadã ou estimular a reversão da ordem estabelecida, ou prejudicar direitos de outras pessoas, afetar a segurança coletiva, o bem-estar geral e a ordem pública, e sempre devem ser feitas em conformidade com a legislação.

Ao contrário, assinalou que os objetivos mal dissimulados da escaramuça mercenária são provocar uma mudança no sistema político em Cuba e um retorno ao capitalismo; e argumentou como «o apoio determinado, através de uma avalanche de mensagens nas redes sociais, de elementos gritando do exterior a favor de uma intervenção militar dos Estados Unidos, de notórios terroristas, de funcionários contrarrevolucionários na Flórida e até mesmo dos restos mortais da derrotada brigada mercenária 2506».

Diante de tais ataques, reafirmou que «os trabalhadores cubanos, unidos em torno da Central dos Trabalhadores e dos sindicatos, que avançam na construção da nova sociedade e na atualização do modelo econômico para construir um país melhor, rejeitam energicamente aqueles que promovem a desestabilização. Estamos convencidos de que nenhuma provocação conseguirá desmoralizar ou intimidar aqueles de nós que lutamos pelo presente e pelo futuro da nação aqui».

A declaração deixou claro que o movimento sindical cubano se mobilizará junto com todos os povos contra aqueles que estão decididos a tirar nossa independência e soberania e as conquistas alcançadas com sacrifício coletivo, e neste exercício de legítima defesa «empunharemos nossa arma mais poderosa: a unidade e o patriotismo.